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terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Cegonha de 20 mil anos descoberta



Viveu há entre 20 mil a 50 mil anos na ilha das Flores, o mesmo local na Indonésia onde viveram os Homo florensiensis, mais conhecidos como hobits, uma vez que a sua baixa estatura faz lembrar as criaturas retratadas na saga “O Senhor dos Anéis”. Os fósseis pertencentes a um pássaro gigante e já extinto, de quase dois metros de altura e cerca de 16 quilos de peso, acabam de ser descobertos nas grutas de Liang Bua naquela ilha indonésia, noticia El Mundo.



Embora não haja provas que o confirmem, os investigadores não excluem a hipótese de os hobits terem feito parte da dieta desta cegonha gigante, semelhante à grande cegonha africana, segundo um estudo publicado no Zoological Journal of the Linnean Society. Os exemplares desta espécie, denominada Leptoptilos robustus, eram mais altos e mais robustos do que as cegonhas actuais. É a primeira vez que se encontram fósseis de uma ave com estas caracteristicas na ilha das Flores.


Hanneke Meijer, do Museu Nacional de História Natural de Leiden (Holanda), e Rokus Due, do Centro Nacional de Arqueologia de Jacarta (Indonésia), encontraram restos fossilizados de quatro ossos que acreditam pertencer ao mesmo indivíduo. Tratava-se, seguramente, de um animal terrestre, uma vez que o seu tamanho e robustez sugerem que não voava.


Os investigadores sustentam que muitas das espécies que viviam apenas em ilhas – como os elefantes e os ratos gigantes – evoluiram e alteraram o seu tamanho, para maior ou mais pequeno, um fenómeno conhecido como “efeito ilha”. Como sublinham os autores desta investigação, este fenómeno tem sido muito menos estudado nas aves do que nos mamíferos.


Os cientistas acreditam que a Leptoptilos robustus se extinguiu no final do Pleistoceno. Embora esta seja uma região muito rica em biodiversidade, têm sido encontrados muito poucos fósseis de aves.


Fonte:
  • Jornal de Notícias - Os Bichos

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Provável antepassado do Triceratops é encontrado na Coreia do Sul

O fóssil de um novo tipo de dinossauro pequeno, com pequenos chifres, foi encontrado na Coreia do Sul. É o primeiro desse tipo na área, onde tais descobertas são raras, segundo cientistas. O animal foi batizado com o nome latino de Koreaceratops hwaseongensis.



 O achado está ajudando pesquisadores a resolver o mistério de como dinossauros com chifres evoluíram de pequenas criaturas da Ásia para grandes dinossauros, como os Triceratops, que andavam pela América do Norte.


"Fósseis de dinossauros não têm sido facilmente encontrados nessa região, embora evidências de ovos e pegadas de dinossauros ocorram mais frequentemente", disse Michael Ryan, curador e diretor de paleontologia de vertebrados no Museu de História Natural de Cleveland e coautor da pesquisa. Segundo ele, a espécie é significativa porque preenche um intervalo de 20 milhões de anos entre a origem desses dinossauros na Ásia e sua primeira aparição na América do Norte.


Cientistas da Coreia do Sul, dos Estados Unidos e do Japão acreditam que o animal tenha vivido há cerca de 103 milhões de anos atrás. O Koreaceratops tinha cerca de 1,67 m de altura e pesava entre 27 kg e 45 kg. A espécie era bem menor do que o gigante Triceratops, que perambulava pela América do Norte e pesava 5,9 toneladas.

A criatura tinha um bico similar ao de um papagaio em uma mandíbula com muitos dentes. O animal também possuía uma cauda longa que pode tê-lo ajudado a nadar. "Eles podem ter usado a cauda também para reconhecimento de espécies ou seleção sexual", acrescentou Ryan.

Segundo Ryan, os animais chegaram da América do Norte à Ásia através de uma longa e lenta caminhada.


Fonte:
  • Diário de Marília

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Wallpaper de Natal! 2010

Olá pessoal, fiz um Wallpaper de Natal do Blog Dino World!



Este é um presente do Blog para os leitores!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Capítulo 3: A Praia

Martin Guitierrez sentou-se na areia e observou o sol que se punha, refletindo seus raios na água da baía e tingindo de dourado a copa das palmeiras. Depois, pensativo, voltou o olhar para o man-guezal, na praia de Cabo Blanco. Encontrava-se bem perto do local onde a menina americana fora mordida, há dois dias.


Embora fosse verdade o que contara aos Bowman sobre mordidas de lagartos, Guitierrez nunca ouvira falar de alguém que tivesse sido atacado por um lagarto basilisco. E seguramente jamais soubera de um caso de hospitalização. Além disso, a marca deixada no braço de Tina parecia ser um pouco grande demais para um basilisco. Ao voltar para a estação de pesquisa em Carara, consultara a pequena biblioteca existente ali, mas não encontrara referências a mordidas de basilisco. Checara em seguida o International BioSciences Service, um banco de dados computadorizado nos Estados Unidos. Também lá nada havia sobre mordidas de basilisco, nem internamentos por ataques de lagartos.


Em seguida tinha ligado para o médico responsável por Amaloya, que confirmara a história da criança atacada no berço. Um bebê de nove dias, quando dormia, fora mordido por um animal que a avó — a única pessoa que realmente o viu — afirmou ser um lagarto. Pouco depois o pé do recém-nascido inchou, e ele quase morreu. A avó descreveu o lagarto, que seria verde, com listras marrons. Mordera a criança várias vezes, antes que a mãe o afugentasse.


— Muito estranho — Guitierrez falou.


— Nada disso, foi igual aos outros casos — retrucou o médico, contando vários incidentes similares. Uma criança em Vásquez, a vila seguinte na costa, fora mordida enquanto dormia. E outra em Puerta Sotrero. Todos os casos aconteceram nos últimos dois meses. E todos envolviam bebês e crianças pequenas que dormiam.


Um padrão tão novo e inusitado levara Guitierrez a suspeitar da presença de uma espécie de lagarto até então desconhecida. Tal fato não o surpreenderia, na Costa Rica. Com apenas cento e vinte quilômetros de largura em seu ponto mais estreito, o país era menor do quaj o Estado do Maine. Contudo, dentro daquele espaço limitado, abrigava uma notável plêiade de habitats biológicos: costas, tanto do lado Atlântico quanto Pacífico; quatro cadeias montanhosas distintas, incluindo picos de quatro mil metros de altura e vulcões ativos; florestas tropicais, florestas cobertas por nuvens, zonas temperadas, pântanos e desertos áridos. Tal variedade ecológica permitia uma diversidade espantosa de espécies animais e vegetais. A Costa Rica tinha três vezes mais espécies de pássaros do que toda a América do Norte. Mais de mil espécies de orquídeas. Mais de cinco mil de insetos.


Novas espécies eram descobertas a todo momento, em um ritmo que aumentara nos anos recentes, por um triste motivo. A Costa Rica vinha sendo desmatada, e quando as espécies existentes na floresta perdiam seus habitats, mudavam-se para outros locais, alterando muitas vezes o comportamento.


Assim sendo, uma nova espécie era perfeitamente possível. Mas, junto com a excitação da descoberta, vinha a possibilidade preocupante de novas doenças. Os lagartos eram portadores de viroses, e várias delas poderiam ser transmitidas a seres humanos. A mais séria era a encefalite central sáuria, ou ECS, que provocava uma espécie de doença do sono em pessoas e cavalos. Considerava importante localizar esse novo lagarto, no mínimo para verificar as doenças que poderia transmitir.


Sentado na praia, acompanhando o pôr-do-sol, Guitierrez suspirou. Talvez Tina Bowman tivesse visto um novo animal, talvez não. Ele com certeza não o vira. No início da manhã apanhara a pistola de pressão, carregada com dardos de ligamina, e seguira para a praia cheio de esperanças. Mas o dia fora perdido. Logo precisaria pegar o carro e voltar. Não queria encarar aquela estrada no escuro.


Levantou-se e caminhou pela praia. Um pouco adiante, viu a silhueta escura de um macaco, movendo-se na beira do manguezal. Guitierrez afastou-se, aproximando-se do mar. Se havia um macaco ali, haveria outros nas árvores, e eles costumavam urinar nos intrometidos.


Mas aquele macaco parecia estar sozinho, e caminhava devagar, parando a todo momento, agachado. O macaco levava algo na boca. Conforme Guitierrez aproximou-se, percebeu que comia um lagarto. A cauda e as patas traseiras pendiam na boca do animal. Mesmo a distância, Guitierrez viu as listras marrons no corpo esverdeado.


Guitierrez abaixou-se e apontou a pistola. O macaco, acostumado a viver protegido na reserva, encarou-o curioso. Não fugiu, nem mesmo quando o primeiro dardo passou por ele sem acertá-lo. Quando o segundo cravou-se na coxa, o macaco gritou de raiva e surpresa, largando os restos de sua refeição ao fugir para a mata.


Guitierrez levantou-se e chegou mais perto. Não se preocupava com o macaco: a dose de tranqüilizante era pequena, só provocaria alguns minutos de tontura e mais nada. Já começava a pensar no que fazer com sua descoberta. Ele mesmo redigiria o relatório preliminar, mas os restos do animal teriam de ser enviados aos Estados Unidos, para uma identificação final positiva, claro. Para quem o mandaria? O especialista mais conhecido era Edward H. Simpson, professor emérito de zoologia na Universidade Colúmbia, em Nova York. Um senhor elegante, com cabelos brancos penteados para trás, Simpson era a maior autoridade mundial em taxonomia de lagartos. Provavelmente, Martin pensou, mandaria aquele exemplar para o dr. Simpson.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Pteranodonte



Dados do Pterossauro:

Nome: Pteranodon
Época: Fim do Cretáceo
Local onde viveu: América do Norte
Peso: Cerca de 30 quilos.
Tamanho: 2 metros de altura e 7,5 metros de envergadura.
Alimentação: Peixes

O Pteranodonte foi um réptil voador e não um dinossauro, com 7,5 metros de invergadura, sendo um dos maiores pterossauros. Sua alimentação baseava-se principalmente em peixes, fósseis em seus estômagos comprovão isso. Acredita-se que os Pteranodontes viviam próximos aos oceanos, provavelmente eles faziam como os albatrozes de hoje em dia, pegavam correntes de ar quente para planarem com maior facilidade.


O primeito fóssil foi descoberto por Othiniel Charles Marsh em 1870. O achado estava nos Estados Unidos, em camadas de giz formadas onde antes era uma espécie de mar interior, do período Cretáceo, na zona central da América do Norte.
No ano de 1871 outro paleontólogo famoso, que disputava achados com Marsh encontrou mais partes de fóssil do Pteranodon, mas mesmo assim ainda não se tinha uma aparência concreta do animal.
S.W. Williston, um enviado de Marsh descobriu em 1876 um crânio do mesmo animal, e logo enviou para seu chefe estudar a descoberta. Othiniel Charles Marsh o nomeoui de: Pterodatctylus Oweni (em homenagem a Richard Owen). Esse nome foi dado pois pensava-se que os achados pertenciam a um parente  dos répteis voadores europeus, o qual foi um pensamento errado pois o Petodactylus tinham dentes.
Depois de estudos o nome passou a ser Pteranodon, pois estudos comprovaram que ele não tinha dentes e era um tipo de réptil voador diferente dos já achados. Mas confusões foram criadas, qualquer um desse tipo sem dentes era chamado de Pteranodon, até hoje muitos paleontólogos corrigem espécies para desfazer confusões.



Existem duas espécies de Pteranodontes, são as seguintes:
  • (Abaixo) Pteranodon longiceps: Com 7,5 metros de comprimento, a mais conhecida.

  • (Abaixo) Pteranodon sternbergi: Acredita-se que foi um ancestral do Pteranodon Longiceps, o Sternbergi é maior, com 9 metros de invergadura. Com uma forma característica de fácil identificação, sua crista ereta. Ele foi descoberto por G.F. Sternberg em 1952 e Harkcen em 1966 descobriu mais fósseis. Seu nome é em homenagem ao seu principal descobridor.


O Pteranodon possuía asas compridas com membrana de pele fibrosa, ele não possuía dentes, porém tinha uma ótima habilidade de voo. Havia um risco em suas caças de peixes, enquanto ele planava os mares, ele podia ser pego de surpresa por um plessiossauro, répil marinho.




*NA MÍDIA

Comparação de tamanhos

 Famoso popularmente o pteranodonte tem aparições em várias séries e fimes. O filme mais famoso em que apareçeu foi Jurassic Park 2 e 3. Mas no filme ele tem um erro: há dentes em sua boca e sua ferocidade é demasiada.


Jurasic Park 3

Jurassic Park 2


Fontes:
  • Wikipédia
  • Blog do Ikesaurus!

sábado, 20 de novembro de 2010

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Museu exibe escultura artística de mamute com 35 mil anos de idade

O Museu de Neandertal de Mettmann, cidade a oeste da Alemanha, abriu uma mostra temática sobre mamutes nesta sexta-feira.


Entre os objetos expostos, há uma escultura artística do animal feita em marfim, com data aproximada de 35 mil anos, considerada uma das mais antigas do mundo.

O artefato foi encontrado a sudoeste da Alemanha.



Fontes:
  • UOL
  • Folha

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