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sábado, 28 de maio de 2011

Argentinossauro



Nome: Argentinosaurus huinculensis, do latim "lagarto da Argentina";
Comprimento: 30 a 35 metros;
Altura: 18 a 20 metros;
Peso: 80 a 95 toneladas;
Quando viveu: Cretáceo;
Onde viveu: América do Sul




DESCOBERTA

Foi em 1987 a descoberta do Argentinosaurus, como indica o nome, ele foi encontrado na Argentina, América do Sul. O primeiro a achar seus ossos foi o fazendeiro Guillermo Heredia, que achou os fósseis do animal dentro de sua propriedade e até se confundiu com troncos petrificados. Com o tempo ele perbeu que aquilo eram mesmo enormes ossos.

Após a vinda do paleontólogo Rodolfo Coria e a equipe do Museu Carmen Funes, percebeu-se que aqueles ossos se tratavam de uma nova espécie descoberta.

Acompanhe na pequena linha do tempo o descobrimento do Argentinosaurus:
  • 1989: Começam as escavações da nova espécie;
  • 1991: Um estudo sobre os ossos foi iniciaso com a ajuda do Dr. José Bonaparte, do Museu de Buenos Aires;
  • 1993: O novo dinossauro foi apresentado a comunidade científica.


Ser-Humano comparado a um Argentinosaurus.

Sabe-se pouco do Argentinosaurus, pois poucos fósseis foram encontrados, porém ele foi um dos maiores dinossauros encontrados até hoje.

Ele vivia em bandos, tinha pernas fortes, pesocoço e cauda compridos e uma cabeça pequena. Seu prinicipal predador provavelmente foi o Giganotosaurus, terópode de  15 metros que viveu junto com o saurópode.

O Argentinosaurus poderia comer de uma a cinco toneladas de vegetais ao dia, para ajudar na digestão eles poderiam engolir pedras, assim poderiam ajudar a moer e triturar os alimentos, auxiliando na digestão.. Seus ovos eram do tamanho de uma bola de futebol. Os filhotes aos cinco anos eram do tamanho de um cachorro da raça Pastor Alemão, e aos 15 teriam o tamanho de um cavalo, e chegariam ao tamanho máximo a cerca de cinquenta anos de idade.


Argentinosaurus provavelmente viviam em bando.

Fontes:
  • Wikipédia
  • UOL

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Estudo sobre as cristas dos Pterossauros

A função das cristas encontradas no crânio de diferentes répteis voadores sempre foi alvo de discussões e especulações que vão desde questões aerodinâmicas até dimorfismo sexual. Essa temática, bastante complexa, é abordada por Alexander Kellner na coluna deste mês.


‘Feilongus youngi’, pterossauro encontrado na China, possui duas cristas – uma pequena na parte anterior do crânio e outra maior na parte posterior. Paleontólogos buscam compreender a função dessas estruturas. (ilustração: Maurilio Oliveira).

Há cerca de 15 anos, um colega de profissão mostrou-me um exemplar espetacular: uma cabeça de pterossauro recém-encontrada em rochas que há 115 milhões de anos formavam o fundo de um lago de água doce na região hoje situada na parte sul do estado do Ceará.
Encontrar exemplares daquele grupo de répteis voadores extinto já era relativamente raro, sobretudo materiais mais completos como aquele espécime, mas o que intrigou os pesquisadores foi o que ele trazia no topo da cabeça: uma enorme crista. E não era uma crista qualquer!
No caso daquela espécie, atualmente conhecida como Tupandactylus imperator, a crista era formada por uma base óssea e tinha uma longa projeção na frente da cabeça, sugerindo a presença de uma extensa parte não ossificada formada por alguma membrana.
E o mais fascinante: essa estrutura formava cerca de 5/6 de toda a superfície lateral do crânio! Nunca antes na história da paleontologia havia sido observado algo assim em um animal – extinto ou vivente. Não havia como deixar de fazer a pergunta: para que serviria essa estrutura?

Respostas improváveis

De uma maneira geral, os últimos achados de pterossauros demonstram que grande parte das espécies – sobretudo as mais derivadas, pertencentes ao grupo dos pterodactiloides – possuía algum tipo de crista na cabeça.
Estas variavam de pequenas projeções, como em Germanodactyus cristatus, até estruturas de grande porte, como em Tupandactylus imperator. Tinha até um, o Feilongus youngi [na imagem que abre a coluna], que chegou a desenvolver duas cristas – uma pequena na parte anterior e outra maior na parte posterior do crânio.
Tanta diversidade de formas e tamanho levava à insistente pergunta, repetida muitas vezes pelos pesquisadores: para que essas estranhas estruturas serviriam em um animal voador?
Para responder essa questão, a maioria dos pesquisadores focou seus estudos na espécie Pteranodon longiceps. Esse pterossauro é conhecido graças a centenas de exemplares, geralmente incompletos e muito compactados, procedentes de rochas com 83 milhões de anos da Formação Niobrara, nos Estados Unidos.
A crista de Pteranodon longiceps é bem alongada e está situada na região posterior do crânio. Para alguns autores, essa estrutura serviria de base para a inserção de músculos do pescoço. No entanto, se essa proposta fosse correta, haveria uma limitação muito grande em termos de movimento que o animal poderia fazer com a cabeça.
Outra possibilidade apontada por estudos é a da crista estar envolvida em questões aerodinâmicas. Há quem defenda que essa estrutura poderia ter sido utilizada como um freio durante as aterrissagens em solo, o que, confesso, me soa meio estranho.

 Escultura de um 'Tupandactylus imperator', pterossauro de crista enorme formada por uma base óssea que sustentava uma membrana. (obra: Orlando Grillo).

Atrativo sexual?

Mas a proposta mais aceita atualmente para explicar a crista em Pteranodon é a sua relação com o dimorfismo sexual.
Paleontólogos acreditam ter encontrado dois grupos principais de pterossauros dotados de crista: animais com cristas grandes e animais com cristas pequenas. Os primeiros, geralmente de maior tamanho, foram tidos como machos de Pteranodon longiceps, enquanto que os de cristas menores foram tidos como fêmeas dessa espécie. Mas como saber se isso realmente é correto?
Em um estudo paralelo, pôde-se observar que existiam dois tipos de pélvis naquele réptil fóssil que se diferenciam sobretudo pelo tamanho do canal pelviano (por onde passaria o ovo durante a reprodução): um grande e outro pequeno. Não precisa ser cientista para inferir qual seria a fêmea e qual o macho.
Até que, à primeira vista, a proposta de vincular cristas grandes a machos e pequenas a fêmeas faz sentido, não fosse um ‘pequeno problema’. São raros os esqueletos completos e não existem exemplares dos supostos machos de Pteranodon com cristas grandes associados à pélvis com canal pelviano pequeno.
O mesmo pode-se falar das fêmeas. Sempre falta alguma coisa – ou a crista está quebrada ou a região pelviana está compactada demais para se atribuir a sua forma original.

'Thalassodromeus sethi'. Imagem do fóssil na parte de cima e uma reconstrução em vida abaixo. (Ilustração: Maurilio Oliveira).


Radiador?

Uma descoberta importante que de certa forma revolucionou a questão das cristas foi a do Thalassodromeus sethi. Esse pterossauro, de abertura alar um pouco maior do que quatro metros, foi encontrado em depósitos de 110 milhões de anos no Brasil.
Entre as suas características principais está uma imensa crista na cabeça que, ao contrário da do Tupandactylus, era toda formada por osso. Na superfície dessa estrutura, pode-se observar uma rede bem organizada de sulcos ligados a partir de um sulco maior central.
Essas estruturas foram interpretadas como a impressão de vasos sanguíneos, indicando que a crista era irrigada por muito sangue. Tal observação levou à sugestão de que a crista desse pterossauro poderia ter sido utilizada para controlar a temperatura do seu corpo.
Os cientistas acreditam que possivelmente outros répteis voadores com cristas desenvolvidas, tais como Tupandacylus e Pteranodon, também regulavam a temperatura de seu corpo dessa maneira.

Cristas multifuncionais

Diante de todas essas formas e tamanhos de cristas nos pterossauros, parece ser seguro afirmar que elas não deveriam ter uma função única. Dependendo do seu tamanho e posição, essas estruturas poderiam ter funcionado de diversas maneiras – desde auxiliares de voo até reguladoras térmicas.
Como muitas espécies de répteis voadores possuem essa estrutura, certamente a crista também funcionaria para a distinção entre as espécies. Do mesmo modo, consigo imaginar – apesar de não poder provar – que talvez em alguns desses animais alados houvesse uma diferença do tamanho da crista separando machos e fêmeas.
Seja como for, nos tempos mesozoicos, sobretudo durante o Cretáceo, o céu do nosso planeta devia exibir pterossauros com cristas de diferentes cores, formas e tamanhos, o que ajudava a diferenciar quem era quem.


Fonte:

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Pesquisadores acham novo fóssil de dinossauro em MG

Escavação retomada na BR-050, em Uberaba, deverá durar cerca de 11 dias.



Pesquisadores acenam com a possibilidade de novas descobertas no local onde foi encontrado, em abril, o fêmur do maior dinossauro brasileiro. As escavações na rodovia BR-050, em Uberaba, foram retomadas nesta quarta-feira (11). No lugar, está parte de outro fêmur, talvez do mesmo animal.

Segundo o diretor do Museu dos Dinossauros, Luiz Carlos Ribeiro, oito pessoas participaram dos trabalhos pela manhã, e a equipe acha provável encontrar mais fósseis.

- Já avistamos algo diferente, mas ainda não dá para confirmar. O certo é que temos mais um fêmur lá.

A instituição integra o Complexo Científico e Cultural de Peirópolis da UFTM (Universidade Federal do Triângulo Mineiro).

De acordo com Ribeiro, a escavação deve durar 11 dias. O ponto exato fica a 28 km do perímetro urbano de Uberaba, no sentido Uberlândia, na BR-050.

Chamou a atenção dos estudiosos o fato de que o local está longe do Sítio Paleontológico de Peirópolis – onde, em outras ocasiões, foi encontrada a maioria dos restos dos dinossauros. A distância é de 48 km.

O dado indica que os arredores de Uberaba guardam um grande acervo de ossos pré-históricos. Em outra localidade, a cerca de 30 km do município, no sentido Conceição das Alagoas, foi encontrada água natural quente, revelando que a região é vulcânica.

Gigante teria vivido há 70 milhões de anos

O fêmur achado em abril tem cerca de 60 centímetros. Foi descoberto no km 153 da BR-050, região conhecida como Serra da Galga. A equipe acredita que o “dono” tivesse 18 m de comprimento e peso aproximado de dez toneladas.

O fóssil é muito grande e, como o restante do esqueleto ainda está enterrado, o animal pode ser bem maior que o imaginado. Mas o diretor do museu não descarta a possibilidade de que o fêmur pertença a outra espécie, o que deverá ser esclarecido após a montagem completa da peça.

O grupo que participa da escavação na BR-050 é formado por pesquisadores do museu, alunos da UFTM e um argentino, que há um ano acompanha os trabalhos em Peirópolis. Já foram retiradas da região cerca de 200 peças nos últimos anos, sendo as primeiras descobertas registradas no início da duplicação da rodovia.

O maior dinossauro encontrado até agora no país foi batizado de Uberabatitan riberoi e teria vivido há 70 milhões de anos.



Fonte:
  • R7

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Estudo sobre tiranossaurídeos

Tarbosaurus

Tiranossauros comiam diferentes animais dependendo da idade, é o que constatou um grupo de pesquisadores ao analisar um crânio de um Tarbossauro de 2 anos, um tiranossauro do Cretáceo que viveu na Mongólia. Na imagem, é possível ver a foto do crânio à direita e um desenho computadorizado acima. O fato comprova o sucesso evolucionário dos tiranossauros, já que os mais velhos não competiam com os mais jovens por comida.

Veja a imagem dos crânios clicando aqui!


Fonte:
  • UOL

domingo, 8 de maio de 2011

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