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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

O caso "Archaeoraptor" Evolucionismo X Criacionismo

Archaeoraptor (Archaeoraptor lianingensis) foi o nome dado a um fóssil forjado e apresentado em um artigo de 1999 da revista National Geographic em um artigo chamado Feathers for T. Rex? de Christopher P Sloan. De acordo com o artigo da National Geographic sobre o Archaeoraptor a história da fraude começa em 1997 na região de Xiasanjiazi, na China, onde agricultores habitualmente escavam poços com o objetivo de achar fósseis para vendê-los a colecionadores, uma prática ilegal que na época era, e ainda é, comum .

Um agricultor encontrou um fóssil raro de uma ave com dentes e o fóssil se quebrou quando estava sendo recolhido. Foi então que, provavelmente, perto dali, o agricultor encontrou um outro fóssil, desta vez de uma cauda e patas traseiras com penas que o agricultor juntou ao pedaços do outro fóssil, criando a partir dos dois fósseis, um fóssil completo que valeria muito mais.

O fóssil foi construído com o corpo de um Yanornis (Yanornis martini), uma ave primitiva, e as pernas e a cauda, com as partes de um Microraptor (Microraptor zaoianus), um pequeno dinossauro terópode com penas.

O fóssil foi vendido em junho de 1998 a um colecionador anônimo e foi contrabandeado para os Estados Unidos. Já por volta do outono de 1998, rumores, circulavam na reunião anual de paleontologia de vertebrados no estado de Utah, de que um novo fóssil muito importante de uma ave primitiva que estaria em mãos de um colecionador que havia sido apresentado, pela primeira vez, num "gem show" em Tucson, Arizona. Em fevereiro de 1999, o museu dos dinossauros, que pertence a Stephen A Czerkas e a sua mulher Sylvia Czerkas, comprou o fóssil por 80.000 dólares. O casal, então, contactou o paleontólogo Phill Currie que, por sua vez, contactou a National Geographic Society. Currie concordou em estudar o fóssil com a condição de que seria devolvido à China.
A National Geographic Society pretendia que o fóssil fosse apresentado nas páginas da revista cientifica "Nature", seguido por uma conferência de imprensa da National Geographic, mas o editor Bill Allen pediu a todos os membros do projeto que o fóssil fosse mantido em segredo, enquanto os Czerka pretendiam que o fóssil fosse a "jóia da coroa" do seu museu dos dinossauros e queriam expô-lo durante cinco anos. Sloan disse que viajou até o estado do Utah para convencer Stephen Czerka a devolver o fóssil à China após ser publicado, caso contrário não o publicaria na revista e Currie não trabalharia nele. O Czerkas concordaram e Currie contactou o instituto de paleontologia de vertebrados e paleoantropologia (IVPP), em Pequim, na China, e a National Geographic trouxe o Dr Xu Xing do IVPP para o Utah para fazer parte da "Equipe Archaeoraptor".
Durante o exame inicial por Phill Currie, em 6 de Março de 1999, já tinha se tornado claro para o pesquisador que o fóssil tinha sido construído colando pedaços de diferentes fósseis e que não havia qualquer ligação entre a cauda e o corpo. E 29 julho de 1999, Currie e o casal Czerka, submeteram o fóssil ao raio X de alta resolução, na universidade do Texas, através do qual foi confirmado que a parte inferior do fóssil, com a cauda e as pernas, não fazia parte do fóssil maior que era relativo ao corpo.

O Dr Timothy Rowe, fundador e coordenador das instalações de raio X de alta resolução da universidade, informou ao casal Czerka que havia a possibilidade do fóssil ser falso. Depois de uma discussão, Rowe e Currie, foram pressionados pelos Czerka para manterem em segredo suas suspeitas. Em setembro, Currie, mandou seu assistente Kevin Aulenback ao museu dos dinossauros para preparar o fóssil para estudá-lo melhor. Aulenback concluiu que o fóssil era "Um espécime composto por pelo menos 3 espécimes...com um máximo... de cinco... espécimes distintos". O casal Czerka negou isso e infelizmente Aulenback apenas avisou Currie que, entretanto, não informou a National Geographic.
Em 20 agosto de 1999, a Nature rejeitou o artigo submetido (que seria de autoria conjunta dos Czerka, Rowe, Xu e Currie), avisando aos Czerka, que recusara a publicação por que, como os Czerka haviam recusado adiar a apresentação do achado, haveria muito pouco tempo para revisão de pares. Apóseste fato, os autores enviaram o artigo para a revista "Science" que também o rejeitou, com dois dos revisores informando que o fóssil tinha sido "contrabandeado da China e comprado ilegalmente" e que também havia sido "adulterado" "para aumentar o seu valor". Sloan disse que os Czerka nunca informaram a National Geographic, e a ele, dos detalhes das duas rejeições e, por isso, o artigo, sobre o Archaeoraptor, acabou sendo realmente publicado na National Geographic, uma ótima revista de divulgação, mas sem nunca ter passado pelo processo de revisão de pares, um requisito fundamental do processo de avaliação científica.
O caso do Archaeoraptor foi, e ainda é, usado por muitos criacionistas para tentar ridicularizar a teoria da evolução e os biólogos e paleontólogos que a ela investigam (que não tiveram nada a ver com a fraude). Muitos criacionistas tentaram alegar que o Archaeoraptor era uma tentativa frustrada de evolucionistas para provar a evolução ou tentaram usá-lo para tentar mostrar que a ciência não funciona e que pode ser facilmente enganada e, por isso, que só a "ciência" da criação funciona. Esta fraude, entretanto, mostra que, de fato, a ciência funciona porque, através de minuciosa pesquisa, a fraude foi descoberta e a espécie de dinossauro, a que pertencia uma das partes do fóssil montado, Microraptor zaoianus, foi confirmada como sendo uma nova descoberta. Estes fatos renderam duas publicações, uma desmascarando a fraude e a outra descrevendo o novo fóssil e discutindo sua real importância.

Fonte:


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Capítulo 5: Uma Interpretação Dos Dados

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Mais tarde, quando se acalmou, Elena Morales decidiu não revelar o ataque dos lagartos. Apesar da cena horrível que presenciara, começou a temer que a criticassem por ter deixado o neném sozinho. Disse à mãe que o bebê morrera sufocado e registrou a morte nos formulários enviados a San José como SIMS — Síndrome Infantil da Morte Súbita. Tratava-se de uma síndrome de morte inexplicável em crianças recém-nascidas. Nada de especial. O relatório passou despercebido.
O laboratório da universidade de San José analisou a amostra de saliva retirada do braço de Tina Bowman, descobrindo uma série de fatos notáveis. Havia, como se esperava, um índice alto de serotonina. Mas entre as proteínas salivares foi identificada uma verdadeira monstruosidade: com massa molecular de um milhão e novecentos e oitenta mil, tratava-se de uma das maiores proteínas conhecidas. A atividade biológica ainda estava sendo estudada, mas aparentemente a proteína era um veneno neurotóxico similar ao veneno de cobra, embora mais primitivo em sua estrutura.
O laboratório também detectou quantidades ínfimas de hidrolase gama-amino metionina. Como esta enzima caracterizava experimentos de engenharia genética, não sendo encontrada em animais silvestres, os técnicos presumiram que se tratava de contaminação ocorrida no laboratório, e não se referiram a ela quando contataram o dr. Cruz, o médico de Puntarenas responsável pela remessa.
O fragmento de lagarto permaneceu no freezer da Universidade Colúmbia, esperando pela volta do dr. Simpson, o que ainda demoraria um mês. E as coisas teriam continuado neste pé, se uma técnica chamada Alice Levin não tivesse visto o desenho feito por Tina Bowman ao entrar no laboratório e perguntado:
—  Ah, quem desenhou este dinossauro?
—  O quê? — indagou Richard Stone, virando-se lentamente.
—  O dinossauro. Quem desenhou? Meu filho faz isso o tempo inteiro.
—  Isso é um lagarto — Stone disse. — Da Costa Rica. Uma menina de lá o desenhou.
—  Não. — Alice abanou a cabeça. — Olhe direito. Está claro. Cabeça grande, pescoço comprido, em pé nas patas traseiras, cauda grossa. É um dinossauro.
—  Não poderia ser. Tem só trinta centímetros.
—  E daí? Havia dinossauros pequenos também — Alice insistiu. — Acredite em mim, eu conheço. Tenho dois filhos, sou especialista nisso. Os menores dinossauros não chegavam a trinta centímetros. Tenissauros ou algo assim. Sei lá. Os nomes são impossíveis. Ninguém consegue guardar tais nomes depois dos dez anos.
—  Acho que não está entendendo — insistiu o dr. Stone. — Trata-se de um animal contemporâneo. O desenho chegou junto com um fragmento do espécime. Está no freezer agora. — Stone foi buscá-lo e despejou o conteúdo do saco sobre a mesa.
Alice Levin olhou o pedaço de perna e cauda congeladas e deu de ombros. Não o tocou.
—  Sei lá, para mim parece ser de um dinossauro. Stone balançou a cabeça.
—  Impossível.
—  Por quê? — Alice Levin perguntou. — Pode ser um remanescente, um sobrevivente, como dizem.
Stone continuou abanando a cabeça. Alice estava mal informada; não passava de uma técnica com excesso de imaginação que trabalhava no laboratório de bacteriologia, no final do corredor. Stone lembrou-se da época em que ela afirmara estar sendo seguida por um dos serventes...
—  Sabe — Alice prosseguiu —, se isso for mesmo um dinossauro, Richard, temos uma grande descoberta nas mãos.
—  Não é um dinossauro.
—  Alguém já verificou isso?
—  Não — Stone admitiu.
—  Bem, então levem a amostra ao museu de História Natural, por exemplo. É o que deveriam fazer.
—  Seria constrangedor.
—  Quer que eu o leve?
—  Não — respondeu Richard Stone. — Não quero.
—  Mas não vai fazer nada?
—  Nada mesmo. — Ele devolveu o saco ao freezer, batendo a porta. — Não se trata de um dinossauro e sim de um lagarto. E seja lá o que for, pode esperar pela volta do dr. Simpson de Bornéu! Ele vai identificá-lo. Chega deste assunto, Alice. O lagarto não será levado a lugar nenhum.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Baurusuchus

Dados do Animal:
Nome: Baurusuchus
Nome Científico:Baurusuchus salgadoensis
Época: Cretáceo
Local onde viveu: Brasil
Peso: Cerca de 80 quilos
Tamanho: 3,5 metros de comprimento
Alimentação: Onívora



O Baurusuchus foi um crocodilo encontrado na cidade de Bauru, interior do Estado De São Paulo. Ele viveu no Cretáceo há cerca de 90 milhões de anos atrás.

Cléssio Felício, um garoto de 13 anos, encontrou um dente no terreno próximo a sua escola em General Salgado, interior de São Paulo. Ele não identificou de que animal pertencia. Só descobriu que era um fóssil quando entregou o achado ao seu professor de Ciências João Tadeu Arruda.


Depois de várias pesquisas do material recolhido, em 2002 pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro e do Museu de Paleontologia de Monte Alto em São Paulo, resolveram então ir a General Salgado para realizar escavações. E tiveram sucésso, descobrindo:  arcadas, restos de ossos e 11 esqueletos quase completos. Com isso, os especialistas descobriram diversas características e informações sobre o novo crocodilo.

Ele pesava 80 quilos e tinha 3,5 metros de comprimento. Com as pernas mais longes do chão, comparado a outros crocodilos, ele era rápido e tinha forte investida, além de uma poderósa mandíbula. Passando mais tempo em terra do que em água, ele caçava em bandos pequenos, médios e grandes, podendo atacar os pequenos mamíferos da época e também pequenos dinossauros.



Fonte:
  • Átlas Virtual Da Pré-História

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Descobertos ninhos de dinossauros de 190 milhões de anos

Ninhos de dinossauros descobertos por uma equipa de paleontólogos no Parque Natural Golden Gate Highlands, na África do Sul, têm cerca de 190 milhões de anos e são os mais antigos de que há registo. Pertencentes à espécie massospondylus, dinossauros que viveram durante o período jurássico, os dez ninhos são 100 milhões de anos anteriores a todos os outros alguma vez encontrados.

Pequenas pegadas e fósseis de embriões encontrados no local sugerem que os primeiros dinossauros já seriam bastante cuidadosos com as suas crias, o que contribui para aumentar o conhecimento atual sobre a evolução destas criaturas e o seu comportamento durante a maternidade.

A investigação foi realizada por uma equipa liderada por Robert Reisz, da Universidade de Toronto Mississauga , e está publicada na revista científica "Proceedings of the National Academy of Sciences" .

Primeiros dinossauros já tinham estratégias de nidificação

Segundo o estudo, a localização dos vários ninhos revela como os dinossauros da espécie massospondylus voltavam várias vezes ao mesmo local para colocar novos ovos, que as fêmeas dispunham de forma organizada, provando serem mães cuidadosas. Por sua vez, as pegadas encontradas indicam que as crias ficavam no ninho até crescerem pelo menos o dobro do tamanho inicial.

 "Estes ninhos mostram-nos pela primeira vez informação detalhada sobre a reprodução dos dinossauros no início do seu aparecimento e revelam já estratégias de nidificação apenas conhecidas em registos de dinossauros posteriores", explica David Evans, um dos autores do estudo e curador no Museu Royal Ontário , no Canadá, onde estes fósseis estarão expostos até maio.

Os primeiros fósseis da espécie massospondylus foram descobertos em 1853, na África do Sul, por Richard Owen, biólogo e paleontólogo britânico que, em 1842, adotou o termo "dinosauria" como representação dos grandes répteis que habitaram a Terra há milhões de anos.


Fonte:
  • Expresso

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Exploradora de petróleo acha fóssil

Plesiosauro


Funcionária da Syncrude descobriu fóssil de réptil marinho no Canadá enquanto operava uma das escavadeiras da empresa.

Maggy Horvath desenterrou o que parece ser um fóssil quase completo de plesiosauro, um réptil gigante marinho que foi extinto há 65 milhões de anos. A descoberta foi feita em 14 de novembro, mas somente há três dias a empresa divulgou o achado. No momento, o fóssil está sendo examinado por cientistas e técnicos do Museu de Paleontologia Royal Tyrrell.

Uma vez que outros nove fósseis já foram encontrados pela Syncrude, a operadora possuía um protocolo a seguir quando se deparou com o animal: ela parou de cavar e chamou o geólogo que trabalha em parceria com o museu. Graças a isso, nenhuma parte da ossada parece ter sido danificada, e ela será removida até o final da semana.

Embora detalhes sobre a dimensão do fóssil não tenham sido divulgados, sabe-se que os plesiosauros eram animais de pescoço longo, cabeça pequena e tronco curto que viviam na água. Considerados um dos maiores predadores marinhos que já existiram, eles mediam entre dois e 15 metros, dependendo da espécie. O animal é frequentemente ligado às lendas sobre a existência de um monstro no Lago Ness, na Escócia.

O local de exploração em que o fóssil foi encontrado, em Alberta, já foi, no passado, mar. Diversos fósseis de répteis marinhos foram encontrados lá pela Syncrude. O último, escavado no ano 2000, tinha 110 milhões de anos.


Fonte:
  • Exame

domingo, 30 de outubro de 2011

Dinossauros migravam mais de 300km em busca de comida e água

Estudo realizado por cientistas norte-americanos comprovou que os dinossauros conhecidos como saurópodes, herbívoros de mais de 15 metros de altura, viajavam até 300km em busca de água e alimentação. Para chegar a essa conclusão os cientistas analisaram os dentes dos dinossauros, que mostram resquícios de água tanto das montanhas quanto de regiões litorâneas. Foram analisados o esmalte dos dentes de 32 saurópodes. Esses dinossauros viveram há mais de 150 milhões de anos. 

Para ter uma noção, a altura dos saurópodes é equivalente a um prédio de cinco andares. Quando chegava o verão, os dinossauros deixavam as regiões litorâneas e viajavam em direção às regiões mais altas. Quando era hora de voltar ao litoral no inverno, a busca por comida poderia durar até cinco meses. A teoria que os dinossauros eram espécies migratórias só foi comprovada agora com essa análise do esmalte dos dentes. O estudo foi feito com fósseis de duas localidades diferentes.

De acordo com o autor principal do estudo, Henry Fricke da Colorado College, “nossa observação mais básica mostrou que os Camarasaurs beberam água proveniente da região de terras altas, diferente do terreno litorâneo onde os fósseis foram encontrados”. As conclusões foram publicadas na revista científica Nature na edição da última quarta-feira (26).

A distância estimada, os 300km de viagem, foi resultante de um estudo que analisou como seria a realidade geográfica da época com base nas localizações onde encontraram os fósseis dos dinossauros. Essa distância se refere à montanha mais próxima. Sabe-se que as águas são de diferentes lugares por causa da composição química de cada resquício.


Fonte:
  • Notícias BR

domingo, 23 de outubro de 2011

Iguanodon






O Iguanodon, que significa "dente de iguana", viveu no ínicio do período Cretáceo e foi um herbívoro que chegava a medir 9 metros de comprimento e pesar 4,5 e alcançava cerca de 31km/h.


Gideon Mantelli foi quem descobriu o primeiro exemplar de Iguanodon. Inicalmente ele pensou que era um dente de Iguana e em seu primeiro desenho ele representou uma Iguana e não extamente o dinossauro que temos ideia que é atualmente. Através de muito estudo ele descobriu que o dente era de um animal herbívoro, e enfim, o representou como um dinossauro.

Como a maioria dos estudiosos representavam os dinossauros, também pensavam que o Iguanodon andava com a cauda no chão e outro erro foi pensarem que o seu característico polegar era como um chifre. Porém hoje em dia sabe-se que ele andava geralmente de modo bípede, mas também podia ficar de quatro, mas sua cauda ficava suspensa no ar, servindo como um contra-peso.

Sua principal característica era o seu polegar, ele o usava para se defender dos carnívoros. Outra forma de fugir provavelmente era correndo, pois relativamente ele era rápido, chegando a 31 km/h.


A 7 espécies conhecidas de Iguanodon, sendo elas:
  • Iguanodon anglicus;
  • Iguanodon atherfieldensis;
  • Iguanodon bernissartensis (espécie que deu nome ao gênero);
  • Iguanodon dawsoni;
  • Iguanodon fittoni;
  • Iguanodon hoggi;
  • Iguanodon lakotaensis.

Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Superordem: Dinosauria
Ordem: Ornithischia
Subordem: Ornithopoda
Infraordem: Iguanodontia
Gênero: Iguanodon


Fontes:
  • Wikipéida
  • Fascículos "Dinossauros - Globo"

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