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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Edward Drinker Cope

Um paleontólogo americana prolífico descobriu mais de 1.000 espécies de vertebrados extintos dos Estados Unidos.


Edward Drinker Cope foi professor do zoologia comparativa e botânica entre 1864 a 1867 em Haverford College, Pensilvânia.
Nos 22 anos seguintes ele se deticou em explorar e pesquisar a região em Texas e Wyoming, e teve sucésso, descobrindo diversos fósseis de répteis, mamíferos e peixes.

Trabalhando como paleontólogo para o "Serviço Geológico Americano" (Unit States Geological Survey - USGS) ele publicou mais de 1.000 artigos e ajudou muitos nos estudos dos vertebrados.



Esta ilustração em um livro feita pelo paleontólogo nativo da Filadélfia Edward Drinker Cope mostra duas linhas paralelas evolutivas de espécies de lagartos diferentes, de baixo para cima. Ao contrário de Darwin, Cope acreditavam que novas espécies foram evoluindo, e não como resultado de pequenas variações e seleção, mas seguindo uma seqüência predeterminada de desenvolvimento. Cope e muitos outros cientístas do final do século 19 aceitavam a evolução, mas não acreditavam que a seleção natural poderia explicar tudo.








Edward ficou bem conhecido no mundo paleontológico por descobrir o Brachiosaurus (imagem superior) e o Elasmosaurus (imagem inferior).

Curiosidade: Foi Edward quem criou a hipótese de que as serpentes atuais teriam surgido em ambiente marinho e seriam os sucessores dos mosassauros.


File:Edward Drinker Cope’s study in 1897.jpg

Na foto acima você observa o estúdio onde Cope fazia seus estudos. Foto de 1897.


Fatos da vida de Edward Dinker Cope: 
  • Nascido em uma família Quaker abastada, Cope distinguiu-se como uma criança prodígio interessados ​​em ciência, ele publicou seu primeiro trabalho científico com a idade de dezenove anos. Embora seu pai tentou levantar Cope como um cavalheiro agricultor, ele finalmente concordou com as aspirações científicas de seu filho.
  • Cope casou com sua prima e tiveram um filho, a família se mudou da Filadélfia para Haddonfield, New Jersey, embora Cope iria manter uma residência e museu na Filadélfia, em seus últimos anos.
  • A rixa pessoal entre Cope e o paleontólogo Othniel Charles Marsh levou a um período de competição intensa para encontrar fósseis agora conhecido como a Guerra do Osso.
  • Edward faleceu em 12 de abril de 1897 por causa de uma doença gastrointestinal.
  • Cope foi descrito por zoólogo Weed Henry Fowler como "um homem de estatura mediana, mas sempre impressionante, com sua grande energia e atividade".
Fontes:
  • A enciclopédia dos dinossauros e da vida pré-histórica.
  • Wikipédia
  • FAPESP

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Paleontólogos encontram pegadas de mais de vinte dinossauros polares na Austrália




Rastros formam a maior e mais bem preservada coleção do Hemisfério Sul



Uma equipe de pesquisadores da Universidade Emory, nos Estados Unidos, descobriu pegadas de mais de vinte dinossauros polares na costa do estado australiano de Vitória. A descoberta pode ajudar a entender como era a vida em um momento em que o planeta passava por um aquecimento acentuado, há aproximadamente 100 milhões de anos, durante o período Cretáceo (compreendido entre 145 e 65 milhões de anos atrás), quando a Austrália era ligada à Antártica. O estudo foi publicado no periódico científico australiano Alcheringa, especializado em paleontologia.

Duas rochas do Cretáceo encontradas exibem marcas de patas com três dedos, aparentemente pertencentes a três espécimes de pequenos terópodes — um grupo de dinossauros bípedes e carnívoros, cujo membro mais famoso é o tiranossauro. Elas estão localizadas na costa rochosa da praia Milanesia, no Parque Nacional Otways, uma região conhecida por concentrar enormes falésias formadas por camadas e camadas de sedimentos acumulados durante milhares de anos. Em alguns momentos, pedaços das falésias descolam, revelando surpresas como as pegadas de dinossauros.

É a maior coleção de pegadas já encontrada no Hemisfério Sul e, de acordo com especialistas, uma das mais bem preservadas. Uma das pedras, com quinze marcas, guarda três pegadas consecutivas feitas pelo menor dos dinossauros, cujo tamanho deveria ser similar ao de um frango. Em outra, foram encontradas oito pegadas que variam de tamanho.

Como era a região — Naquela época, os dinossauros se deslocavam em uma prolongada escuridão polar. A temperatura global na época era de 20 graus Celsius, cerca de cinco graus mais alta que a atual, o suficiente para o degelo de alguns vales durante o verão, permitindo a passagem de animais e o registro de suas impressões na superfície. A costa de Vitória marca o local em que Austrália e Antártica se separaram há 40 milhões de anos.

Fonte:
  • Veja

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Jurassic Park 4 vai chegar!

Steven Spielberg e Peter Jackson na Comic-Con (Foto: AP)
Steven Spielberg e Peter Jackson na Comic-Con
(Foto: AP)


"Jurassic park 4"  deve ser lançado em três ou quatro anos e já tem uma história pronta e um roteirista contratado.

A revelação foi feita nesta sexta-feira (22) por Steven Spielberg, que participa da San Diego Comic-Con, maior evento de cultura pop do mundo.
O diretor esteve em um painel ao lado de Peter Jackson para promover "As aventuras de Tintin: o segredo do Licorne". Os dois responderam a perguntas e exibiram um trecho do filme, previsto para chegar nos cinemas no final do ano.
O terceiro e último "Parque dos dinossauros" foi lançado há dez anos. O primeiro filme chegou aos cinemas em 1993 e faturou US$ 915 milhões. O segundo, chamado "O mundo perdido: o parque dos dinossauros", arrecadou US$ 619 milhões, e o terceiro, "O parque dos dinossauros 3", US$ 369 milhões.
Há alguns dias o estúdio Universal revelou que houve encontros com Spilberg para a produção do quarto filme, mas não garantiu o projeto. O roteirista que irá adaptar mais uma vez o universo dos dinossauros para os cinemas é Mark Protosevich.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Teoria sobre a extinção dos dinossauros

Um pequeno chifre fossilizado, descoberto em um local incomum, pode acabar com a polêmica sobre a causa do desaparecimento dos dinossauros há 65 milhões de anos, que há 30 anos divide os partidários de diversas teorias.

Segundo um estudo publicado nesta terça-feira na revista Biology Letters da Royal Society britânica, a presença deste chifre de dinossauro em uma camada das colinas de Montana (Estados Unidos) sugere uma brusca mudança climática provocada pela queda de um asteróide na Terra.
Durante muito tempo, o desaparecimento dos dinossauros foi um mistério que deu lugar a todo tipo de especulações.
 
Os especialistas se limitavam a constatar que seus fósseis abundam na era mesozóica (-248 a -65 milhões de anos), mas que não são encontrados outros rastros nas rochas mais recentes.
Em 1980, vários cientistas da Universidade da Califórnia, em Berkeley (Estados Unidos), liderados por Luis Alvarez e seu filho Walter, descobriram que uma camada de argila de 65 milhões de anos continha uma forte taxa de irídio, um metal muito raro e quase ausente da superfície da Terra... mas não nos meteoritos.
Para os pesquisadores, era um sinal de um impacto da colisão com a Terra de um grande objeto vindo do espaço, que teria provocado uma catástrofe ecológica que apagou bruscamente os dinossauros do planeta, assim como diversas espécies animais e vegetais.
 
Em março de 2010, 41 pesquisadores apontaram como causa um asteróide de 15 km de diâmetro que caiu em Chicxulub, na província mexicana de Yucatán, atingindo a Terra com uma potência fenomenal.
A teoria da extinção do Cretáceo-Terciário ("KT"), muito polêmica no início, foi alimentada mais tarde por diversos estudos, que não convenceram os defensores da principal teoria adversa.
 
Embora estes especialistas não neguem a queda do asteróide na época do KT, consideram que esta extinção massiva está vinculada a fenômenos vulcânicos muito mais antigos, cuja origem encontra-se na atual Índia. Após 1,5 milhão de anos, estas erupções teriam desembocado no mesmo resultado que o asteróide: um lento esfriamento e depósitos de irídio ou de outros minerais raros.
 
Segundo alguns cientistas, a população de dinossauros já teria desaparecido antes da queda deste asteróide no Yucatán. A prova seria a existência de uma camada de três metros nos sedimentos geológicos situados abaixo dos do KT, e, portanto, anteriores a este período, no qual jamais foram descobertos fósseis de dinossauros.
 
Isto foi até uma equipe dirigida por Tyler Lyson, da Universidade de Yale, encontrar o chifre frontal de um ceratops 13 cm abaixo do limite geológico que marca o início do episódio KT.
 
"A localização deste dinossauro demonstra que não existe um ''vazio de três metros'' no Cretáceo e é incompatível com a hipótese segundo a qual os dinossauros (...) desapareceram antes do impacto" do asteróide, conclui o estudo do professor Lyson.
 
No entanto, a polêmica não está definitivamente enterrada.
 
Os geólogos que descobriram este chifre reconhecem que não podem explicar a ausência total de fósseis em uma camada de sedimentos de 125 cm depositada imediatamente após a queda do asteróide.


Fontes:
  • AFP
  • Terra

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Décima sexta premiação ao Blog Dino World


O Blog Dino World acaba de receber sua décima sexta premiação; o Selo é: Seu Blog merece mais que ouro. Gostaria de agradeçer ao Caio, dono do Blog www.word-dinossauros.blogspot.com

sábado, 2 de julho de 2011

Ceratossauro



FICHA TÉCNICA

Nome científico: Ceratosaurus Nasicornis; Ceratosaurus ingens; Ceratosaurus magnicornis; Ceratosaurus dentisulcatus; Ceratosaurus stechowi; Ceratosaurus meriani.
Comprimento: 4,5 a 8 metros;
Altura: 2,5 a 3 metros;
Quando viveu: Jurássico, cerca de 150 milhões de anos atrás;
Onde viveu: América do Norte e Portugal;
Peso: 500 quilos a 1 tonelada.
Quando foi descoberto: 1964




O Ceratosaurus foi um terópode de médio porte, suas principais presas eram o Driosaurus e o Stegosaurus. Suas patas dianteiras tinham 4 dígitos e suas pernas eram compridas e fortes.


                                      


LEIA AS CARACTERÍSTICAS DO CERATOSAURUS:
  • CRÂNIO: Pequenas cristas ósseas em seu crânio, duas pequenas em cima de seus olhos e um pequeno chifre na ponta do focinho; 3 fortes músculos que ligavam a mandíbula inferior a outras partes do crânio, para dar mais força em suas mordidas.
  • TRONCO: Seu corpo era robusto, suas vértebras eram bem fortes, e o Ceratosaurus era forte nas investidas; Sua pélvis indicava que ele foi um dinossauro saurísquio, mas ele tinha uma peculiaridade, os três ossos que a formam eram fundidos e não consegue estabelecer o limite entre eles.
  • MEMBROS: Seus braços eram relativamente longos e fracos, em suas "mãos" ele possuia 4 dígitos com garras afiadas; Suas pernas eram como as de outros terópodes, com a pata de 3 dígitos para frente e 1 para trás.
  • CAUDA: Sua cauda era comprida e musculosa, ela servia como um contra-peso para o seu corpo, dando mais estabilidade ao animal.




Os Ceratosaurus usavam suas mandíbulas principalmente para caçar, seus chifres também auxiliavam um pouco. Mas eles também lutavam entre sí, para disputar o líder do bando e acasalamento
.

Desenho detalhado da cabeça do Ceratosaurus.

  
Teorias sobre o Ceratosaurus:
  • Pesquisadores dizem que o hábto do Ceratosaurus caçar em lagoas e rios era grande. Com seu corpo forte e ágil, ele poderia se nadar rapidamente, e seus braços longos e garras afiadas ajudavam a agarrar presas escorregadias.
  • Pesquisadores também acreditam que o Ceratosaurus poderia se equilibrar apenas na cauda para dar saltos por exemplo.

Ceratosaurus no filme Jurassic Park 3

Veja abaixo um vídeo de uma batalha de um Ceratosaurus contra um Allosaurus. (Vídeo: History Chanel HD):




 Fontes:
  • Facículos Salvat - Edição 14
  • Wikipédia
  • Outros sites relacionados ao Ceratosaurus

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Descoberto fóssil do dinossauro mais pequeno

 
 © Universidade de Portsmouth


Foi descoberto em Sussex, Inglaterra, o fóssil de um dos mais pequenos dinossauros do mundo. Especialistas da universidade de Portsmouth revelaram, quarta-feira, que esta nova espécie deverá fazer parte da família dos maniraptores, que inclui aves carnívoras, e que terá vivido no Mesozoico, há cerca de 250 milhões de anos.

Segundo o paleontólogo Steve Sweetman, citado no comunicado da Universidade de Portsmouth, esta foi uma descoberta “excitante” uma vez que se trata do “mais pequeno dinossauro descoberto até agora no registo europeu de fósseis”.

O corpo deste pequeno dinossauro é semelhante ao de uma ave e mede entre 33 a 40 cm de comprimento.

Os investigadores deram o nome  de“maniraptora de Ashdown” ao pequeno dinossauro, pelas semelhanças que apresenta em relação aos maniraptores. Através da análise de uma vértebra do pescoço, os especialistas conseguiram verificar que o espécime encontrado fazia parte da larga família que incluía todos os dinossauros bípedes, carnívoros, a que se chama terópodes e que este estava já na fase adulta.

O fóssil foi descoberto por Dave Brockhurst, um colecionador de fósseis local e foi depois analisado pelos especialistas da universidade de Portsmouth.

O local onde foi descoberto este espécimen é particularmente rico em fósseis, tendo já sido aqui encontrados restos fossilizados de salamandras, sapos, lagartos, tartarugas, crocodilos e grandes dinossauros.
 

domingo, 19 de junho de 2011

Spinossaurídeo descoberto na Austrália

O osso do pescoço de uma espécie de dinossauro semelhante a um crocodilo foi encontrado na Austrália, disseram cientistas, demonstrando que a criatura existiu muito antes do que se pensava.

A vértebra de um espinossauro foi encontrado perto do farol de Cabo Otway, em Victoria (sul), e pertenceu a um animal relativamente pequeno de dois metros, que viveu cerca de 10 milhões de anos atrás, disse o cientista Thomas Rich.

Lagarto com focinho longo e estreito com o de um crocodilo, sabe-se que o espinossauro viveu na Europa, na América do Sul e na África do Sul, disse Rich, mas esta foi a primeira vez que vestígios deste animal foram encontrados na Austrália.

"O fato de terem existido na Austrália muda nosso entendimento da evolução desde grupo de dinossauros", afirmou Rich, curador do Museu Victoria.

Publicado esta semana no periódico Biology Letters, o artigo de Rich sobre a descoberta diz que ela também muda a ideia de que a fauna australiana era endêmica ou única, no período Cretáceo.

"O mesmo grupo de dinossauros se disseminou quando a Terra foi um supercontinente", disse Rich.
"Quando a Terra evoluiu para continentes separados, as várias famílias de dinossauros já tinham chegado àquelas porções de terra, o que explica porque os mesmos tipos foram encontrados em locais hoje distantes um do outro", acrescentou.

Vivendo tanto na água quanto na terra, acredita-se que o 'Spinosaurus' rivalizasse com o Tiranossauro rex em tamanho, chegando a medir até 18 metros e a pesar 21 toneladas.

sábado, 18 de junho de 2011

Spielberg trabalha em roteiro de Jurassic Park 4

Cineasta se reuniu duas vezes com roteirista para discutir ideias para sequência


A franquia "O Parque dos Dinossauros" pode ganhar um quarto filme em breve. O site Hollywood Reporter revelou que o cineasta Steven Spielberg já teve dois encontros com o roteirista Mark Protosevich para discutir ideias para uma sequência.

Spielberg dirigiu os dois primeiros filmes de "O Parque dos Dinossauros" e produziu o terceiro, "O Parque dos Dinossauros 3", lançado em 2001. Ele e o estúdio Universal, responsável pelo lançamento da trilogia, afirmam que não há nada de concreto sobre um quarto filme, mas não negam as conversas sobre o roteiro. Spielberg.

"O Parque dos Dinossauros" foi inspirado no livro de mesmo nome de Michael Crichton, lançado em 1990. O primeiro filme foi lançado em 1993 e arrecadou um total de US$ 915 milhões. Sua sequência, "O Mundo Perdido: O Parque dos Dinossauros" saiu em 1997 e faturou US$ 619 milhões. A terceira parte da trilogia arrecadou US$ 369 milhões.


Fonte:
  • IG

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