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domingo, 12 de junho de 2011

Campinasuchus dinizi: o pré-histórico crocodilo mineiro


A cena é ambientada na região de Campina Verde, no Triângulo Mineiro. Na animação em 3D, crocodilos carnívoros correm agilmente atrás de suas presas, e somos praticamente levados a participar da imagem, que mostra, ao fundo, a paisagem árida em que viveu, há 90 milhões de anos, o Campinasuchus dinizi. Não é por acaso que esse crocodilo primitivo é personagem do DVD de animação que os paleontólogos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) estão produzindo para divulgar, dentro de alguns meses, as descobertas da paleontologia a estudantes do ensino médio da rede pública e a todos os que desejam conhecer mais sobre a história da vida da Terra.


Fósseis do animal, encontrado em 2009 e recentemente descritos em artigo publicado na revista Zootaxa, andam empolgando os especialistas do setor.

Considerado o avô dos grupos que dominaram o interior do Brasil na era dos dinossauros, o Campinasuchus dinizi tem características bastante peculiares. Segundo Ismar de Souza Carvalho, paleontólogo da UFRJ, Cientista do Nosso Estado pela FAPERJ e um dos autores do artigo em que ele é descrito e apresentado à comunidade científica, seus dentes pontiagudos indicam que ele era um predador voraz. "Sua dentição possibilitava que não só comesse carne, como também fosse carniceiro, consumindo os animais que encontrava em putrefação." Outra característica a destacar é o contato entre osso frontal e nasal que possibilitam inseri-lo como o mais primitivo do grupo dos Baurusuchideos do Brasil que, até agora, só contava com quatro espécies descritas. "Esta semelhança é compartilhada com o Wargosuchus da Argentina", comenta Luiz Carlos Ribeiro pesquisador da UFTM, também um dos autores do artigo.

Diferente dos crocodilos atuais, que habitam ambientes aquáticos em clima quente e úmido, o Campinasuchus media apenas 1,80 m, tinha cauda cilíndrica e curta, e era essencialmente terrestre, bem adaptado a viver afastado de lagos e grandes rios, suportando bem o clima árido e as altas temperaturas do final do Cretáceo. "Eram temperaturas que chegavam facilmente a 55 graus Celsius, ainda mais quentes do que as dos desertos atuais", explica Ismar. Suas pernas eretas lhe davam agilidade e grande mobilidade, permitindo-lhe que corresse por longas distâncias.

"Possivelmente, também contava com poucos osteodermos – ou seja, as placas ósseas que recobrem a pele dos crocodilos –, o que o tornava mais leve e ágil, sua principal fonte de alimento eram peixes, tartarugas, bem como também pequenos crocodilomorfos e dinossauros herbívoros de pequeno porte", sugere Ribeiro. Ismar prossegue, acrescentado outras características que distinguem o Campinasuchus. "Suas narinas, na parte anterior do crânio, também indicam que não se tratava de animal que vivesse na água, como os crocodilos atuais. E suas patas dianteiras mostram que o animal era capaz de escavar, o que nos leva a pensar que provavelmente isso lhe facilitava cavar o solo para se enterrar na lama em épocas de seca, mantendo a temperatura e umidade corporais", conta.

Essa estratégia de sobrevivência também foi o que facilitou a preservação do Campinasuchus dinizi, encontrado na fazenda Três Antas, em Campina Verde, no Triângulo Mineiro. "Como há vários espécimes concentrados na área, em bom estado de conservação, os esqueletos ainda com os ossos articulados, tudo leva a crer que esses animais tenham se enterrado na lama ainda vivos, mas não tenham conseguido suportar um período de seca muito prolongado", explica Ismar. E Ribeiro acrescenta: "É provável que tenha havido uma mortandade em massa, possivelmente como resultado de períodos de estresse térmico e total ausência de água naquela bacia."

A descoberta desses fósseis – o primeiro deles encontrado pelo proprietário da fazenda, Amarildo Martins Queiroz, que, desconfiado que fossem mais antigos do que os dos animais que criava, levou-o ao Museu dos Dinossauros (UFTM) em dezembro de 2009 – e acabou transformando a Três Antas num grande sítio paleontológico. E também ao batismo do Campinasuchus, que recebeu o nome específico "dinizi" em homenagem ao filho de Amarildo, Izonel Queiroz Diniz Neto, falecido ainda criança.

Os pesquisadores da Universidade do Triângulo Mineiro, encarregados das escavações, ainda esperam encontrar outros nove esqueletos na região. "É uma área abundante nesses fósseis, em terreno de rochas vulcânicas, que possibilitarão a datação com base em radiometria, mais acurada do que datação relativa usualmente feita", fala Ismar. Para Ribeiro, o sítio paleontológico em que se transformou a fazenda Três Antas tornou-se o mais novo "Lagerstatten" continental brasileiro. A expressão em alemão, na verdade, significa uma concentração excepcional de fósseis em quantidade, variedade e grau de preservação. "Conta com alta concentração de fósseis em bom estado de preservação, materiais completos, que possibilitarão contar detalhes da história biológica da vida durante o Cretáceo Superior", comenta Ribeiro.

Do mesmo sítio em que foi descoberto o Campinasuchus, os pesquisadores esperam encontrar exemplares associados a peixes e possíveis rãs, trabalhos que ainda estão em fase inicial de investigação. Na medida em que as análises do material encontrado foram sendo realizadas, o Campinasuchus foi tendo as formas reconstituídas. Além dos modelos em computador, uma réplica em espuma floral ajudou que se conseguisse visualizar sua aparência original. Os fósseis e suas reconstruções paleoartísticas estarão reunidos numa mostra especial, incluída na exposição "Vida Pré-Histórica", em cartaz no Complexo Cultural e Científico de Peirópolis, da UFTM, na cidade mineira de Uberaba.

Outro passo é sua reconstituição em animação 3D, atualmente em andamento e com que os pesquisadores pretendem recriar, num documentário de 15 a 20 minutos de duração, a imagem e a vida do Campinasuchus dinizi. Trabalhos – pesquisa e reconstrução artística – que, além das duas universidades, tiveram suporte financeiro da FAPERJ, Fapemig, CNPq e da Henkel do Brasil. "Tudo isso será uma forma de partilhar essas descobertas com todos os amantes da Paleontologia. Esperamos que despertem um interesse quase tão grande quanto as animações do cinema."



Fontes:
  • Assessoria de Comunicação FAPERJ
  • Planeta Universitário

sábado, 28 de maio de 2011

Argentinossauro



Nome: Argentinosaurus huinculensis, do latim "lagarto da Argentina";
Comprimento: 30 a 35 metros;
Altura: 18 a 20 metros;
Peso: 80 a 95 toneladas;
Quando viveu: Cretáceo;
Onde viveu: América do Sul




DESCOBERTA

Foi em 1987 a descoberta do Argentinosaurus, como indica o nome, ele foi encontrado na Argentina, América do Sul. O primeiro a achar seus ossos foi o fazendeiro Guillermo Heredia, que achou os fósseis do animal dentro de sua propriedade e até se confundiu com troncos petrificados. Com o tempo ele perbeu que aquilo eram mesmo enormes ossos.

Após a vinda do paleontólogo Rodolfo Coria e a equipe do Museu Carmen Funes, percebeu-se que aqueles ossos se tratavam de uma nova espécie descoberta.

Acompanhe na pequena linha do tempo o descobrimento do Argentinosaurus:
  • 1989: Começam as escavações da nova espécie;
  • 1991: Um estudo sobre os ossos foi iniciaso com a ajuda do Dr. José Bonaparte, do Museu de Buenos Aires;
  • 1993: O novo dinossauro foi apresentado a comunidade científica.


Ser-Humano comparado a um Argentinosaurus.

Sabe-se pouco do Argentinosaurus, pois poucos fósseis foram encontrados, porém ele foi um dos maiores dinossauros encontrados até hoje.

Ele vivia em bandos, tinha pernas fortes, pesocoço e cauda compridos e uma cabeça pequena. Seu prinicipal predador provavelmente foi o Giganotosaurus, terópode de  15 metros que viveu junto com o saurópode.

O Argentinosaurus poderia comer de uma a cinco toneladas de vegetais ao dia, para ajudar na digestão eles poderiam engolir pedras, assim poderiam ajudar a moer e triturar os alimentos, auxiliando na digestão.. Seus ovos eram do tamanho de uma bola de futebol. Os filhotes aos cinco anos eram do tamanho de um cachorro da raça Pastor Alemão, e aos 15 teriam o tamanho de um cavalo, e chegariam ao tamanho máximo a cerca de cinquenta anos de idade.


Argentinosaurus provavelmente viviam em bando.

Fontes:
  • Wikipédia
  • UOL

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Estudo sobre as cristas dos Pterossauros

A função das cristas encontradas no crânio de diferentes répteis voadores sempre foi alvo de discussões e especulações que vão desde questões aerodinâmicas até dimorfismo sexual. Essa temática, bastante complexa, é abordada por Alexander Kellner na coluna deste mês.


‘Feilongus youngi’, pterossauro encontrado na China, possui duas cristas – uma pequena na parte anterior do crânio e outra maior na parte posterior. Paleontólogos buscam compreender a função dessas estruturas. (ilustração: Maurilio Oliveira).

Há cerca de 15 anos, um colega de profissão mostrou-me um exemplar espetacular: uma cabeça de pterossauro recém-encontrada em rochas que há 115 milhões de anos formavam o fundo de um lago de água doce na região hoje situada na parte sul do estado do Ceará.
Encontrar exemplares daquele grupo de répteis voadores extinto já era relativamente raro, sobretudo materiais mais completos como aquele espécime, mas o que intrigou os pesquisadores foi o que ele trazia no topo da cabeça: uma enorme crista. E não era uma crista qualquer!
No caso daquela espécie, atualmente conhecida como Tupandactylus imperator, a crista era formada por uma base óssea e tinha uma longa projeção na frente da cabeça, sugerindo a presença de uma extensa parte não ossificada formada por alguma membrana.
E o mais fascinante: essa estrutura formava cerca de 5/6 de toda a superfície lateral do crânio! Nunca antes na história da paleontologia havia sido observado algo assim em um animal – extinto ou vivente. Não havia como deixar de fazer a pergunta: para que serviria essa estrutura?

Respostas improváveis

De uma maneira geral, os últimos achados de pterossauros demonstram que grande parte das espécies – sobretudo as mais derivadas, pertencentes ao grupo dos pterodactiloides – possuía algum tipo de crista na cabeça.
Estas variavam de pequenas projeções, como em Germanodactyus cristatus, até estruturas de grande porte, como em Tupandactylus imperator. Tinha até um, o Feilongus youngi [na imagem que abre a coluna], que chegou a desenvolver duas cristas – uma pequena na parte anterior e outra maior na parte posterior do crânio.
Tanta diversidade de formas e tamanho levava à insistente pergunta, repetida muitas vezes pelos pesquisadores: para que essas estranhas estruturas serviriam em um animal voador?
Para responder essa questão, a maioria dos pesquisadores focou seus estudos na espécie Pteranodon longiceps. Esse pterossauro é conhecido graças a centenas de exemplares, geralmente incompletos e muito compactados, procedentes de rochas com 83 milhões de anos da Formação Niobrara, nos Estados Unidos.
A crista de Pteranodon longiceps é bem alongada e está situada na região posterior do crânio. Para alguns autores, essa estrutura serviria de base para a inserção de músculos do pescoço. No entanto, se essa proposta fosse correta, haveria uma limitação muito grande em termos de movimento que o animal poderia fazer com a cabeça.
Outra possibilidade apontada por estudos é a da crista estar envolvida em questões aerodinâmicas. Há quem defenda que essa estrutura poderia ter sido utilizada como um freio durante as aterrissagens em solo, o que, confesso, me soa meio estranho.

 Escultura de um 'Tupandactylus imperator', pterossauro de crista enorme formada por uma base óssea que sustentava uma membrana. (obra: Orlando Grillo).

Atrativo sexual?

Mas a proposta mais aceita atualmente para explicar a crista em Pteranodon é a sua relação com o dimorfismo sexual.
Paleontólogos acreditam ter encontrado dois grupos principais de pterossauros dotados de crista: animais com cristas grandes e animais com cristas pequenas. Os primeiros, geralmente de maior tamanho, foram tidos como machos de Pteranodon longiceps, enquanto que os de cristas menores foram tidos como fêmeas dessa espécie. Mas como saber se isso realmente é correto?
Em um estudo paralelo, pôde-se observar que existiam dois tipos de pélvis naquele réptil fóssil que se diferenciam sobretudo pelo tamanho do canal pelviano (por onde passaria o ovo durante a reprodução): um grande e outro pequeno. Não precisa ser cientista para inferir qual seria a fêmea e qual o macho.
Até que, à primeira vista, a proposta de vincular cristas grandes a machos e pequenas a fêmeas faz sentido, não fosse um ‘pequeno problema’. São raros os esqueletos completos e não existem exemplares dos supostos machos de Pteranodon com cristas grandes associados à pélvis com canal pelviano pequeno.
O mesmo pode-se falar das fêmeas. Sempre falta alguma coisa – ou a crista está quebrada ou a região pelviana está compactada demais para se atribuir a sua forma original.

'Thalassodromeus sethi'. Imagem do fóssil na parte de cima e uma reconstrução em vida abaixo. (Ilustração: Maurilio Oliveira).


Radiador?

Uma descoberta importante que de certa forma revolucionou a questão das cristas foi a do Thalassodromeus sethi. Esse pterossauro, de abertura alar um pouco maior do que quatro metros, foi encontrado em depósitos de 110 milhões de anos no Brasil.
Entre as suas características principais está uma imensa crista na cabeça que, ao contrário da do Tupandactylus, era toda formada por osso. Na superfície dessa estrutura, pode-se observar uma rede bem organizada de sulcos ligados a partir de um sulco maior central.
Essas estruturas foram interpretadas como a impressão de vasos sanguíneos, indicando que a crista era irrigada por muito sangue. Tal observação levou à sugestão de que a crista desse pterossauro poderia ter sido utilizada para controlar a temperatura do seu corpo.
Os cientistas acreditam que possivelmente outros répteis voadores com cristas desenvolvidas, tais como Tupandacylus e Pteranodon, também regulavam a temperatura de seu corpo dessa maneira.

Cristas multifuncionais

Diante de todas essas formas e tamanhos de cristas nos pterossauros, parece ser seguro afirmar que elas não deveriam ter uma função única. Dependendo do seu tamanho e posição, essas estruturas poderiam ter funcionado de diversas maneiras – desde auxiliares de voo até reguladoras térmicas.
Como muitas espécies de répteis voadores possuem essa estrutura, certamente a crista também funcionaria para a distinção entre as espécies. Do mesmo modo, consigo imaginar – apesar de não poder provar – que talvez em alguns desses animais alados houvesse uma diferença do tamanho da crista separando machos e fêmeas.
Seja como for, nos tempos mesozoicos, sobretudo durante o Cretáceo, o céu do nosso planeta devia exibir pterossauros com cristas de diferentes cores, formas e tamanhos, o que ajudava a diferenciar quem era quem.


Fonte:

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Pesquisadores acham novo fóssil de dinossauro em MG

Escavação retomada na BR-050, em Uberaba, deverá durar cerca de 11 dias.



Pesquisadores acenam com a possibilidade de novas descobertas no local onde foi encontrado, em abril, o fêmur do maior dinossauro brasileiro. As escavações na rodovia BR-050, em Uberaba, foram retomadas nesta quarta-feira (11). No lugar, está parte de outro fêmur, talvez do mesmo animal.

Segundo o diretor do Museu dos Dinossauros, Luiz Carlos Ribeiro, oito pessoas participaram dos trabalhos pela manhã, e a equipe acha provável encontrar mais fósseis.

- Já avistamos algo diferente, mas ainda não dá para confirmar. O certo é que temos mais um fêmur lá.

A instituição integra o Complexo Científico e Cultural de Peirópolis da UFTM (Universidade Federal do Triângulo Mineiro).

De acordo com Ribeiro, a escavação deve durar 11 dias. O ponto exato fica a 28 km do perímetro urbano de Uberaba, no sentido Uberlândia, na BR-050.

Chamou a atenção dos estudiosos o fato de que o local está longe do Sítio Paleontológico de Peirópolis – onde, em outras ocasiões, foi encontrada a maioria dos restos dos dinossauros. A distância é de 48 km.

O dado indica que os arredores de Uberaba guardam um grande acervo de ossos pré-históricos. Em outra localidade, a cerca de 30 km do município, no sentido Conceição das Alagoas, foi encontrada água natural quente, revelando que a região é vulcânica.

Gigante teria vivido há 70 milhões de anos

O fêmur achado em abril tem cerca de 60 centímetros. Foi descoberto no km 153 da BR-050, região conhecida como Serra da Galga. A equipe acredita que o “dono” tivesse 18 m de comprimento e peso aproximado de dez toneladas.

O fóssil é muito grande e, como o restante do esqueleto ainda está enterrado, o animal pode ser bem maior que o imaginado. Mas o diretor do museu não descarta a possibilidade de que o fêmur pertença a outra espécie, o que deverá ser esclarecido após a montagem completa da peça.

O grupo que participa da escavação na BR-050 é formado por pesquisadores do museu, alunos da UFTM e um argentino, que há um ano acompanha os trabalhos em Peirópolis. Já foram retiradas da região cerca de 200 peças nos últimos anos, sendo as primeiras descobertas registradas no início da duplicação da rodovia.

O maior dinossauro encontrado até agora no país foi batizado de Uberabatitan riberoi e teria vivido há 70 milhões de anos.



Fonte:
  • R7

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Estudo sobre tiranossaurídeos

Tarbosaurus

Tiranossauros comiam diferentes animais dependendo da idade, é o que constatou um grupo de pesquisadores ao analisar um crânio de um Tarbossauro de 2 anos, um tiranossauro do Cretáceo que viveu na Mongólia. Na imagem, é possível ver a foto do crânio à direita e um desenho computadorizado acima. O fato comprova o sucesso evolucionário dos tiranossauros, já que os mais velhos não competiam com os mais jovens por comida.

Veja a imagem dos crânios clicando aqui!


Fonte:
  • UOL

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Aniversário: 2 anos do Blog Dino World!



No dia 29 de Abril de 2012 o Blog Dino World completa 3 anos de idade!

Durante esses 2 anos de vida o Blog cresceu ainda mais, aumentando os seus números, veja abaixo a comparação dos números de Abril de 2011, Aniversário de 2 Anos, até Abril de 2012, Aniversário de 3 anos:

-Seguidores: 34 - 59
-Número de visitas: 14.500 - 98.050
-Selos: 8 - 15

Fique atento, que ao longo do tempo, o Blog irá crescer muito mais!

domingo, 17 de abril de 2011

Paquicephalosaurus


Nome: Paquicephalosaurus, que significa: "lagarto cabeça grossa"
Comprimento: 4 a 8 metros
Quando viveu: Cretáceo
Onde viveu: América do Norte


O Paquicéfalossauro é um animal bípede com cerca de 8 metros de comprimento e 3 metros de altura viveu na América do Norte, no Período Cretáceo.




História

O Paquicéfalossauro foi descoberto no início da década de 40 na América do Norte, e nomeado por  por Barnum Brown e Erich M. Schlaikjer em 1943. Seu primeiro exemplar foi encontrado nas rochas de Montana, Estados Unidos.




Domo

A característica principal do Paquicefalossauro é o seu crânio espesso. Com até vinte e dois centímetros de grossura, ele provavelmente o usava para lutas entre dois machos, quem saísse vitorioso ficaria com a fêmea, animais hoje em dia ainda guerreiam dessa forma para disputar uma fêmea, uma outra forma de usá-lo era de conquistar um território, ou ser o líder do bando. Os especialistas acreditam que eles usassem seus crânios para se defender dos predadores, pelo menos contra os maiores.




Anatomia

Ele foi o maior Paquicefalídeo já encontrado, os seus osso eram bastante rígidos, preparados para fortes investidas.

  • Cauda: Era comprida comprida, rígida e servia de contra-peso, como em todos os outros dinossauros bípedes. No entando, os Paquicefalossauros se destacavam por conter uma intrelaçada malha óssea que a deixava mais precisa.
  • Pernas: As suas pernas eram compridas e fortes, servido como pilares para dar mais força e rigidez ao seu corpo.
  • Vértebras dorsais: Vértebras dorsais reforçadas para sustentar melhor o impacto. Se uniam na parte de baixo do dorso como uma pélvis mais larga.
  • Pescoço: Pescoço forte e esguio para manter o peso da cabeça.
  • Dentes: Dentes pequenos e afiados, adequados para cortar vegetais.
  • Cabeça: A cabeça tinha um formato de cúpula, com um cérebro não muito desenvolvido, o seu ponto forte não era a inteligência. Com 22 centímetros de espessura, o seu domo era maior nos machos, do que nas fêmeas. Em volta da cabeça, ele possuía nódulos ósseos, que se estendiam desde a nuca até o focinho, sendo mais pontiagúdos no focinho, e mas achatados na nuca.



Classificação

O Paquicefalossauro foi quem nomeou a sua família (Paquicefalossauria), de 4 a 8 metros de comprimento, ele foi o maior de sua família encontado até hoje.

Os membros de sua famía foram encontrados na América do Norte e na Ásia.

Exemplos de alguns (Paquicefalossaurídeos):
  • Stygimoloch (América do Norte)
  • Homalocephale (Ásia)




Cultura Popular

Obviamente o que faz o Paquicephalosaurus se destacar, é o fato de ele ter o seu crânio diferenciado.

Ele apareceu com mais destaques nos seguintes lugares:
  • Filmes: Em busca do Vale Encantado e Jurassic Park 2 - The Lost World
  • Série de TV: Dinozaurs
  • Video-Games: Jurassic Park Operation Genesis e Jurassic Park Warpath
  • Outros: Power Rangers, Dinossauro Rei e Pokémon (Um Pokémon inspirado no Paquicefalossauro)

Fontes:
  • Fascículo Salvat - Edição: 32
  • Wikipédia
  • How Stuff Works

domingo, 10 de abril de 2011

Interesse sobre Paleontologia aumenta

Conhecer os moradores da Marília de 90 milhões de anos. Este consiste no principal motivo do passeio de pais e filhos ao Museu de Paleontologia, que funciona anexo ao prédio da Biblioteca Municipal.
Depois que estreou a novela ‘Morde & Assopra’, da Rede Globo, assinada pelo escritor Walcyr Carrasco (que dos 3 aos 15 anos viveu em Marília), o diretor do museu, William Nava, notou um aumento considerável no número de visitantes. E um detalhe: a maioria é formada por pais que levam seus filhos para ver de perto fósseis. “As réplicas atraem mais os pequenos, que acabam tendo uma visão de como eram os dinossauros e como viviam em nossa região no passado”, frisa Nava.
“Gostei muito de conhecer os dinossauros descobertos em Marília”, conta a autônoma Vera Lúcia Trevisan, 45, que nesta semana levou o filho Alex, de 11, para conhecer o museu. A família vive no distrito de Avencas, onde Nava já fez descobertas paleontológicas. O garoto gostou tanto da visita que irá sugerir o passeio para sua classe, a 5ª série da escola estadual José Augusto.
“Não imaginava que aqui em Marília tivesse tido dinossauros e nem que tinha um museu assim”, menciona Alex. Ele e a mãe ficaram surpresos com a riqueza de detalhes das duas réplicas de crocodilos pré-históricos: o Mariliasuchus e o Adamantinasuchus. “Foi um passeio muito legal”, afirma Alex.




Bebês também se interessam por dinos


Ela tem apenas um ano e dois meses e está começando a balbuciar as primeiras palavras. Mas se encanta com desenhos de dinossauros, tanto que sua mãe, Fernanda Nogueira da Silva, 21, precisou levá-la para conhecer as réplicas do Museu de Paleontologia de Marília.
“A Natasha ama ficar vendo desenhos de dinossauros. Inclusive estou assistindo a novela ‘Morde & Assopra’ justamente por ter sido inspirada nas descobertas de dinossauros feitas em Marília”, conta Fernanda, que é dona de casa. Ela tem outra filha, Milena, que é gêmea com Natasha. “A Milena também gosta de dinossauros”.
William Nava, que inclusive forneceu dados de suas expedições pela região para o novelista Walcyr Carrasco, observa que muitas crianças, durante as visitas, acabam revelando o desejo de se tornar paleontólogos. “O mundo dos dinos fascina tanto crianças, quanto adultos”, conclui o diretor do museu.


Fonte:
  • Diário de Marília

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Crianças recebem "visita" de um Tyrannosaurus Rex na escola

Já pensou estar tranquilo na sua escola e, de repente, perceber que um tiranossauro rex invadiu o lugar? Alunos de uma escola na Austrália também nunca tinham imaginado a cena, mas foram surpreendidos quando estavam reunidos ouvindo sobre o espetáculo "Walking with dinosaurs" ("Andando com dinossauros", em português).



É claro que tudo era uma grande brincadeira, com bonecos mecânicos que imitam os enormes animais. Mesmo assim, muitos dos 350 estudantes que ficaram cara a cara com o falso filhote de tiranossauro levaram um susto e tanto. Assista abaixo ao vídeo da BBC que mostra o momento da visitinha surpresa.
Assita ao o vídeo da reportagem clicando aqui!


Fonte:
  • UOL
  • BBC

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