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domingo, 30 de maio de 2010

Nova descoberta no México




Uma nova espécie de dinossauro, da família dos ceratopsídeos, de 72 milhões de anos e cujos chifres são maiores que os de seus parentes, foi descoberta no México por paleontólogos americanos, anunciaram nesta sexta-feira os cientistas.



Este herbívoro de quatro a cinco toneladas, chamado de "Coahuilaceratops magnacuerna", media cerca de sete metros de comprimento e tinha de 1,80 a 2,10 metros de altura.


O animal parecia um rinoceronte, com dois chifres de até 1,20 metro localizados sobre seus olhos, e caminhava em quatro patas.


"Sabe-se pouco sobre os dinossauros do México, e este achado aumenta em grande medida nosso conhecimento destes animais que viviam nessa região no fim do Cretáceo", disse Mark Loewen, um paleontólogo do Museu de História Natural de Utah e principal autor do estudo, que será publicado na próxima semana na Indiana University Press.


O novo dinossauro foi encontrado na região do deserto de Coahuila durante expedições realizadas em 2002 e 2004, financiadas pela Universidade de Utah e pela National Geographic Society, editora da famosa revista mensal.


Na época em que este dinossauro viveu nessa parte do México, a região era um estuário úmido com abundante vegetação, um lugar onde as águas do oceano se mesclavam com as dos rios, indicaram os pesquisadores em um comunicado.


Muitos ossos de dinossauros fossilizados encontrados nessa zona estão cobertos de conchas fossilizadas que indicam que esses animais viviam próximos do mar.

As rochas onde foi encontrado o Coahuilaceratops também contêm muitos fósseis de dinossauros hadrossaurídeos (dinossauros herbívoros com bico de pato).

Estes locais parecem ter sido pontos de mortes em massa de dinossauros como consequência dos potentes furacões que ocorrem na região, explicaram os paleontólogos.


Fonte:
  • AFP
  • DN Ciência

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Selo: Blog Supremo



Gostaria de agradeçer que me enviou este selo em homenagem ao Dino World, e agora irei indicar 5 blogs para receberem o Selo Blog Supremo. São os seguintes:

  • Interdino
  • Zoo Virtual
  • Blog Jurassic Park
  • Brasil Por Trás da História
  • Grandes Predadores

Dilophosaurus






Dados do Dinossauro:
Nome: Dilofossauro
Nome Científico: Dilophosaurus
Período: Início Jurássico
Local onde viveu: Arizona, EUA
Peso: Cerca de 600 kg
Tamanho: 6 metros de comprimento e 3 de altura
Alimentação: Carnívora




O Dilophosaurus viveu há 208 milhões de anos atrás, no início do Jurássico, região onde hoje em dia é Arizona, nos EUA, ele foi um dos primeiros maiores terópodes.
Em 1942, na Formação Kayenta, Sam Welles descobriu o primeiro fóssil de Dilophosaurus, mas o próprio estava com as cristas unidas parecendo fazer parte de seu rosto, e o descobridor o nomeou de Megalosaurus wetherlli.




Dez anos depois, Sam voltou ao lugar de achado para analisar as rochas e identificar o período em que o animal tinha vivido, mas em suas redondezas achou outro espécime da mesma espécie que havia encontrado 10 anos antes, e como a crista estava perfeitamente separada ele o batizou de Dilophosaurus.






 Uma característica famosa do Dilophosaurus é sua crista em forma de "v" que localiza-se acima de seus olhos.




Logo quando foi descoberto percebeu-se que era um carnívoro, por causa de seus dentes finos e afiados, mas suas habilidades de caça não eram das melhores, além de sua mandíbula fraca, ele não caçava em bando, com pernas e braços compridos ele até poderia ser ágil, suas caças principais eram pequenas criaturas como lagartos e pequenos mamíferos por exemplo, além de pequenos dinossauros também e carniças.




O Dilophosaurus possuía mão com 4 dedos e pés com 3 dedos característico dos terópodes.

 Mão

 


No filme Jurassic Park o Dilophosaurus possui a técnica de liberar veneno o que não há evidência dessa tal forma de ataque, e além disso ele é retratado com um tamanho pequeno, percebe-se que quando ele está próximo personagem Denis Nedry ele aparenta ter média de três metros, o que na verdade ele possui 6 metros de comprimento e até 3 de altura (a não ser que queiram ilustrá-lo como um filhote), além disso há momento que ele "abre" uma pele no seu pescoço que também não há provas dessa existência e também a falta de uma fenda ao longo da parte superior da sua mandíbula.





Classificação Científica:

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Reptilia
Superordem: Dinosauria
Ordem: Saurischia
Subordem: Theropoda
Infraordem: Ceratosauria
Família: Podokesauridae
Gênero: Dilophosaurus


Fontes:
  • Ikesaurus
  • Wikipédia
  • Avph

Estudo diz que Ardi, de 4,4 milhões de anos, não é ancestral do homem


Querem destronar Ardi. A fêmea primata de 4,4 milhões de anos virou ícone da espécie Ardipithecus ramidus, um dos mais antigos ancestrais do homem. Mas não passaria de uma reles macaca, acusa um novo estudo.




Ironicamente, o "rebaixamento" da espécie de Ardi está sendo proposto nas páginas da prestigiosa revista especializada "Science", a mesma que alçou a suposta fêmea de hominídeo (ancestral humano) à categoria de descoberta do ano em 2009.


O esqueleto quase completo da criatura, bem como hipóteses detalhadas sobre sua locomoção e até sua vida sexual, foram descritos em 11 artigos científicos no dia 2 de outubro do ano passado.

Ardi e seus companheiros de espécie estariam entre os primeiros primatas a comprovadamente caminhar com duas pernas, tal como o homem. É o que argumentava a equipe liderada por Tim White, da Universidade da Califórnia em Berkeley (Costa Oeste dos EUA).

Besteira, declarou à Folha Esteban Sarmiento, primatologista da Fundação Evolução Humana, em Nova Jersey. "O Ardipithecus é um quadrúpede palmígrado [ou seja, apoiava-se nas plantas das quatro patas], e não um bípede. Aliás, é muito difícil dizer se o fóssil [Ardi] era um macho ou uma fêmea."

Mais importante ainda: o animal seria, na verdade, um grande macaco africano primitivo, talvez anterior à separação entre as linhagens de humanos e chimpanzés.

 INTERPRETAÇÃO


Até certo ponto, problemas de interpretação são naturais quando se trata de um fóssil como esse. Embora fragmentos de outros indivíduos da espécie já tenham sido achados, Ardi é, de longe, a mais importante fonte para entender o A. ramidus, por causa de seu esqueleto relativamente completo.

Ocorre, porém, que os milhões de anos de preservação distorceram vários dos ossos do bicho, em especial os da pelve (quadril), importantes justamente no debate "dois pés versus quatro patas".

Além disso, a idade remota, próxima do momento estimado para a separação evolutiva entre as linhagens do homem e do chimpanzé, também é fonte de confusão. Isso porque, em tese, quanto mais perto dessa divergência, mais difícil fica dizer quem é pré-humano e quem é apenas macaco.

Sarmiento aponta que White e companhia teriam errado feio na interpretação dos detalhes mais significativos do esqueleto. Em resumo, ele diz que traços dos dentes, da pelve e dos membros da espécie lembram mais os dos grandes macacos mais antigos, com uns 10 milhões de anos.

O problema é que esses bichos mais primitivos só foram encontrados até agora na Europa e na Ásia. Há uma lacuna no registro deixado pelos fósseis na África, tanto que até agora ninguém reconheceu oficialmente a descoberta de um protochimpanzé ou protogorila.

Sarmiento aposta que a "mania" de achar apenas hominídeos na África, com idade de 7 milhões de anos para cima, pode ser explicada por um viés dos cientistas: ninguém quer afirmar que achou "apenas" um ancestral dos chimpanzés ou dos gorilas, critica ele.

 CONTRA OU A FAVOR


Paleoantropólogos ouvidos pelo Jornal Folha disseram que a crítica tem fundamento.

"Embora o Dr. White e seus colegas tenham descoberto um fóssil fabuloso de grande macaco, tentaram forçar a mão e transformá-lo num hominídeo, coisa para a qual não há base nenhuma", diz o americano Lee Berger, da Universidade do Witwatersrand (África do Sul).

"Creio que esse é só o primeiro de uma avalanche de artigos. Apesar da força considerável de personalidade do Dr. White, nem ele é capaz de forçar a área a aceitar o A. ramidus como hominídeo."

John Hawks, da Universidade de Wisconsin em Madison, também diz esperar mais publicações criticando a descrição de Ardi.

"Sarmiento argumentou corretamente em vários pontos. Por exemplo, várias comparações recentes do genoma do homem e de primatas mostraram que o ancestral comum de chimpanzés e humanos viveu em torno de 4 milhões de anos atrás", diz.

"Ardi e outros supostos hominídeos, portanto, seriam velhos demais para serem ancestrais do homem. Muitos paleontólogos preferem ignorar os dados genéticos, mas não acho que seja tão simples assim."

Em resposta na própria "Science", White e colegas se defendem. Afirmam ter feito a lição de casa exigida por Sarmiento, ao "comparar detalhadamente" a espécie de Ardi com os grandes macacos mais antigos.

Também lembram que, apesar da descrição recente de Ardi, outros exemplares da espécie tinham sido revelados ao público desde os anos 1990. "Nesses 15 anos, o status do Ardipithecus como hominídeo foi amplamente aceito" pela comunidade científica, afirmam eles.


Fontes:
  • Uol
  • Folha 

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Estudos podem revelar temperatura de animais extintos

Nova técnica avalia temperatura de animais extintos a partir de fósseis!


Uma nova técnica desenvolvida por investigadores norte- -americanos poderá permitir em breve saber se os dinossauros eram animais de sangue frio, como os répteis, ou se pelo contrário tinham sangue quente, como as aves. O artigo foi publicado na Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

Os autores deste paleotermómetro pretendem também perceber, através de medições, se as aves já tinham sangue quente antes de terem penas. Para isso vão estudar fósseis.

A técnica desenvolvida pelos investigadores consiste em analisar as concentrações de dois isótopos raros, de carbono 13 e de oxigénio 18, que têm tendência a aglomerar-se em função da temperatura, como explicou Robert Eagle, do Caltech, na Califórnia, e principal autor da investigação, ao jornalista Jean--Louis Santini da AFP.

"A temperaturas muito elevadas, estes dois isótopos aglomeram-se muito menos, mas fazem-no frequentemente a temperaturas mais baixas", adiantou aquele investigador.

Nos seres vivos, a taxa de aglomeração destes dois isótopos pode ser medida na bioapatite, o mineral a partir do qual se formam os ossos, os dentes e a casca dos ovos.

"Quando este mineral se produz a partir do sangue para formar ossos ou dentes, a sua composição isotópica fica marcada e pode ser preservada durante milhões de anos", explicou Robert Eagle, sublinhando que o laboratório do investigador John Eiler, no Caltech, "estabeleceu a relação precisa entre a taxa de aglomeração daqueles dois isótopos e a temperatura".

"Estas medições em laboratório podem ser convertidas em temperatura do corpo", adiantou o investigador, notando que a precisão do método tem uma margem de erro de um grau.

"Não se trata de colocar um termómetro em criaturas do passado, mas é quase a mesma coisa", afirmou, por seu turno, John Eiler, co-autor da investigação.

Os cientistas testaram com sucesso o seu paleotermómetro em seres vivos e também em mamutes, determinando que estes animais já extintos tinham uma temperatura corporal entre os 37 e os 38 graus.

A equipe está agora a trabalhar com cascas de ovo fossilizadas e dentes de dinossauro para tentar responder à questão em aberto sobre se aqueles vertebrados extintos há 65 milhões de anos tinham sangue quente ou frio.


Fonte:
  •  DN Ciência

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Assista ao vídeo do Jornal Nacional ( Rede Globo ) sobre a recente pesquisa genética

Mais um passo da genética... uma vida artificial

No filme Jurassic Park, cientistas purificam o DNA de dinossauros extintos, preservado no intestino de pernilongos fósseis, e injetam esse DNA em um óvulo de jacaré. Instruído pelo conjunto de genes presentes no genoma do dinossauro, o ovo se desenvolve e o que eclode é dinossauro.



Como toda obra-prima de ficção científica, Jurassic Park leva ao extremo uma ideia que, apesar de teoricamente possível, é de difícil execução. Júlio Verne usou essa fórmula ao descrever uma viagem à Lua e as aventuras em um submarino quase cem anos antes de esses feitos se tornarem realidade. No caso de Jurassic Park, escrito por Michael Crichton em 1990, a ficção se tornou realidade em menos de 20 anos.


Usando como única fonte de informação um arquivo de computador contendo a sequência do DNA de uma bactéria, um grupo de cientistas sintetizou, utilizando métodos químicos, o genoma dessa bactéria e colocou esse enorme pedaço de DNA no interior de uma célula de outra espécie de bactéria, da qual havia retirado todo o DNA. Instruída pelo conjunto de genes desse genoma sintético, surgiu uma nova bactéria, capaz de viver e se reproduzir.


Fica mais fácil de entender o experimento, feito com duas espécies de bactérias, usando como exemplo duas espécies de mamíferos. Na primeira etapa, partindo da sequência do genoma de um cavalo, contida num arquivo de computador, sintetizamos uma molécula de DNA com essa mesma sequência.


Num segundo passo, o DNA presente no interior de uma célula de baleia é retirado. No terceiro passo, colocamos o DNA sintético de cavalo na célula da baleia. No quarto passo, cuidamos dessa célula híbrida e observamos o aparecimento de um cavalo. Se você ainda não percebeu as implicações éticas e morais do experimento, troque, na sentença acima, a palavra "cavalo" por "ser humano" ou "Getúlio Vargas".


Para muitos, esse feito tecnológico significa que a vida foi finalmente criada no laboratório. Craig Venter, o líder do projeto, não hesitou em usar a palavra "creation" (criação) no título do artigo que descreve o experimento e sugere, no texto, que esse feito abre a possibilidade de que, para preservar um ser vivo, basta guardar a sequência do seu genoma em um arquivo de computador, pois ele poderá ser recriado quando desejarmos. E mais: que, com essa tecnologia, o homem poderá criar novos seres vivos, algo semelhante ao descrito no Gênesis.


Nas próximas semanas, as implicações éticas e teológicas desse feito tecnológico serão debatidas exaustivamente. Minha impressão inicial é que esse experimento demonstra definitivamente que toda a informação necessária para criar um ser vivo pode ser guardada em um arquivo de computador. Por outro lado, demonstra que ainda não somos capazes de transformar essa informação em um ser vivo, pois foi necessário utilizar uma célula desprovida de DNA, derivada de um outro ser vivo, nas etapas finais do experimento.

Não há dúvida de que, nos próximos anos, seres vivos criados para cumprir tarefas específicas estarão entre nós. Eles serão criados por empresas como a Synthetic Genomics, que financiou grande parte desse experimento e detém as patentes desta nova tecnologia.


Fonte:
  • Estadão

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Archosauria



Archosauria, também conhecidos como Avesuchia, constitui um grupo de répteis que se destaca dos demais pela sua importância tanto atual como no passado. Trata-se de um grupo que surgiu no início da Era Mesozóica (Triássico Médio - ha ca. 235 milhões de anos) e que, rapidamente, se espalhou pelos diversos continentes, onde se tornaram os vertebrados dominantes. Atualmente este grupo é representado por crocodilianos (jacarés, crocodilos e gaviais) e aves. No passado, no entanto, os arcossauros eram mais diversificados e, além de crocodilianos e aves, eram representados pelos pterossauros (répteis voadores), por diversas formas de dinossauros e outros grupos menos conhecidos.


Os arcossauros incluem basicamente os crocodilos e os dinossauros (inlcuindo as aves, suas descendentes) e todos os seus extintos parentes, como os pterossauros, os aetossauros e os rauisuchia.

Eles se dividem em dois grandes grupos: Crurotarsi, que inclui todos os arcossauros mais próximos dos crocodilos que dos dinossauros; e Ornithodira (ou Avemetatarsalia), que inclui todos os arcossauros mais próximos dos dinossauros (e portanto também das aves) que dos crocodilos.


Acredita-se que os arcossauros tenham surgido no final do períodod permiano, sobrevivido à catastrófica extinção em massa que marcou o final do período e se tornado as criaturas dominantes durante toda a Era Mesozóica. No final dessa era porém, outra extinção em massa, a Extinção K-T extinguiu boa parte dos grupos, deixando apenas dois sobreviventes: os crocodilianos, e um grupo particularmente curioso de dinossauros: as aves.


Apesar de terem começado como carnívoros predadores, muitos grupos distintos de arcossauros se tornaram herbívoros independentemente, incluindo os aetossauros, alguns crocodilianos e vários tipos de dinossauros.

Fonte:

  • Wikipédia 

Azendohsaurus


O Azendohsaurus, que viveu há 230 milhões de anos, deve o seu nome ao povoado de Azendoh, em Marrocos (norte de África), onde foram encontrados os primeiros restos. O Azendohsaurus viveu em finais do período Triásico. Media apenas 2,8 m, o seu corpo era ligeiro, tinha uma longa cauda e compridas patas traseiras.


Fonte:
  • Wikipédia

Espécie de dinossauro é "rebaixada"


Um estudo publicado no jornal Paleontology indica que o Azendohsaurus, um animal que viveu há cerca de 230 milhões de anos, não era um dinossauro, ao contrário do que se pensava, mas pertencia a um outro ramo evolucionário dos répteis. Segundo a pesquisa, feita pelo Museu Americano de História Natural e pela Universidade da Califórnia, o animal pertencia ao Archosauromorpha, grupo que inclui aves e crocodilianos, mas não lagartos, cobras e tartarugas. As informações são do Discovery News.



"Apesar de sua extraordinária semelhança com dinossauros herbívoros em vários aspectos do crânio e da dentição, ele é na verdade apenas distantemente relacionado com os dinossauros", diz John J. Flynn, curador da divisão de Paleontologia do museu. "Com um material mais completo, nós reavaliamos aspectos como a mandíbula virada para baixo e os dentes em forma de folha encontrados no A. madagaskarensis (uma espécie de Azendohsaurus) como convergentes com alguns dinossauros herbívoros", diz.


Essa espécie foi definida como dinossauro há cerca de uma década na revista Science, mas achados de fósseis mais completos indicam que o animal não pertencia ao grupo. O Azendohsaurus, segundo o Museu de História Natural dos Estados Unidos, tinha cerca de 1,8 m de comprimento e sua altura mal alcançaria a cintura de um ser humano.

Os cientistas afirmam ainda que está sendo repensada a teoria de que os arcossauros eram, na sua maioria, carnívoros. "Agora temos muitos casos de arcossauros herbívoros", diz André Wyss, professor da Universidade da Califórnia. "Assim é que a ciência funciona. (...) Assim que encontramos e analisamos mais materiais, nós percebemos que era um animal muito mais primitivo que os dinossauros", diz Wyss. "De certa forma, o Azendohsaurus acabou sendo um animal muito mais fantástico do que se fosse simplesmente um representante genérico dos primeiros dinossauros", afirma.


Fonte:
  • Terra

terça-feira, 18 de maio de 2010

Comer sem mastigar ajudou dinossauros a ficarem gigantes, diz estudo





Pesquisa revela que dinossauros não mastigavam a comida, com isso, conseguiam digerir mais alimento e crescer muito mais.


De acordo com o estudo, quanto maior o animal, mais tempo ele gasta comendo. Os elefantes, por exemplo, passam a maior parte de seu dia satisfazendo sua enorme necessidade energética – mal têm tempo para dormir. "Isso nos levou a um dos muitos enigmas que o gigantismo dos dinossauros coloca diante de nós," diz o professor Martin Sander, da Universidade de Bonn. "Eles eram tão grandes que um dia teria de ter 30 horas para que fossem capazes de satisfazer suas necessidades energéticas”.


No estudo, os cientistas foram levados à conclusão de que seu tamanho só era possível por eles não mastigarem a comida, engolindo a seco. Isso lhes permitia ingerir uma quantidade maior de alimento em menos tempo. A mastigação facilita o processo digestivo porque aumenta a superfície de contato das enzimas com a comida. Mas ela também toma tempo – um recurso escasso quando se tem um corpo gigante para sustentar.

Quem mastiga precisa de uma boca (e uma cabeça) maior para abarcar os dentes. Os grandes herbívoros tinham pescoços muito longos para sustentar crânios grandes e pesados, assim não contando com dentes tão poderosos para a quantidade de comida que necessitavam, diz o estudo. Esses pescoços longos e ágeis também eram essenciais para que dinossauros não precisassem sair à busca de comida (gastando assim ainda mais energia). Bastava que explorassem o arredor imóveis, movendo apenas a cabeça.

O próprio processo de digestão poderia levar vários dias, devido à falta de dentes molares, afirma o estudo. No entanto, seus estômagos eram tão grandes que ainda lhes forneciam energia suficiente. Além disso, o metabolismo desses animais era incrivelmente poderoso. Eles possuíam pulmões sofisticados, muito mais eficazes que o dos seres humanos. Seu aparelho respiratório contava ainda com um sistema de válvulas que permitia que as trocas gasosas acontecessem tanto quando eles inspiravam quanto expiravam.

“Há 200 milhões de anos, esses animais desenvolveram uma combinação inigualável de traços primitivos, que eram novos na história da evolução. Essa combinação fez com que esses fascinantes gigantes fossem possíveis", diz Sander.


Fonte:
  • Revista Galileu 

domingo, 16 de maio de 2010

Vale no Rio Grande do Sul é palco de importantes descobertas de fósseis

Assista a reportagem do Fantástico ( emissora Globo ) sobre o tecodonte descoberto no Rio Grande do Sul.




Fonte:
  • G1

sábado, 15 de maio de 2010

Mais um Wallpaper Dino World


Olá pessoal, segue mais um Wallpaper Dino World que eu fiz, espero que gostem!



sexta-feira, 14 de maio de 2010

Pegadas de 90 milhões de anos descoberta na Patagônia

 Giganotosaurus, encontrado na Patagônia.


Várias pegadas de dinossauros, algumas de até 1,20 metro de diâmetro, foram encontradas na província de Neuquén, na Patagônia argentina, informou nesta quarta-feira (12/05/2010) Jorge Calvo, geólogo da Universidade Nacional de Comahue.


 
"Há diversas pegadas de dinossauros saurópodes (grandes dinossauros herbívoros e quadrúpedes) de tamanhos variados", disse o pesquisador em um comunicado de imprensa no qual qualificou a descoberta como "espetacular", na região popularizada com o nome de "Jurassic Park" argentino.

 
As pegadas foram encontradas casualmente alguns dias atrás por uma professora de ioga que realizava sua rotina de exercícios ao ar livre na região de Los Barreales, no nordeste da província.

 
"Vi primeiro um fosso, depois outro e depois mais um, e me dei conta de que eram as pegadas de uma caminhada de dinossauros", disse Silvia Cuevas, ao relatar a descoberta.

 
Calvo disse que "se trata dos mesmos níveis fossilíferos que colocaram o sítio como um dos lugares mais ricos em dinossauros e fauna associada da América do Sul", destacou.

 
"As pegadas estão em bom estado de conservação, mas por enquanto, não há detalhes para estabelecer afinidades", explicou Calvo, diretor do Conetro de Pesquisas Paleontológicas Lago Los Barreales.

 
O cientista calculou que as pegadas encontradas "têm 90 milhões de anos".

 
A região é considerada uma das jazidas arqueológicas mais importantes da América do Sul, onde foram encontrados fósseis do Cretáceo.

 
A Argentina atraiu o olhar do mundo científico no final dos anos 1980, quando foram descobertos fósseis do Argentinosaurus Huinculensis, o maior herbívoro conhecido - de 40 metros de comprimento -, na província de Neuquén.

 
Em 1993, foram encontrados os restos do Giganotosaurus Carolinii, o maior dinossauro carnívoro do mundo, entre dezenas de descobertas em sítios que ainda estão sendo explorados.


Fonte:
  • AFP 

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Identificados elementos químicos em espécie com 150 milhões de anos


Representação artistica de um Arqueopterix.

 

Cientistas conseguiram pela primeira vez identificar elementos químicos em espécie com 150 milhões de anos



"Foi como tocar em fantasmas." A expressão do geoquímico Roy Wogelius, da Universidade de Manchester (Reino Unido), revela que o próprio investigador ficou impressionado com a descoberta do seu grupo, sobre um fóssil que é um ícone da paleontologia e do qual já não se esperavam novidades bombásticas. Mas a surpresa aconteceu. Roy Wogelius coordenou uma equipa que pela primeira vez conseguiu ver os elementos químicos deixados por tecidos vivos num fóssil com 150 milhões de anos. Nomeadamente, os que correspondem às penas e que são o primeiro elo químico entre aves e dinossauros. Este caminho, diz o cientista, "é o futuro da paleontologia e uma mudança de paradigma na investigação".




A descoberta, publicada esta semana na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), foi feita graças à análise num acelerador de partículas de um fóssil de Archaeopteryx, uma espécie que está a meio caminho entre os dinossauros e as aves - é considerada, aliás, a primeira ave - e que viveu há 150 milhões de anos.


Os investigadores detectaram quantidades ínfimas de enxofre e fósforo, elementos que existem nas penas dos pássaros modernos, e também zinco e cobre, que são nutrientes essenciais para estes animais. Ao todo foram detectados seis elementos químicos distribuídos de forma diferente pelas várias partes do fóssil.


O fato de se terem encontrado diferentes concentrações desses elementos nos restos fossilizados e nas rochas envolventes confirma que os químicos no fóssil são vestígios do ser vivo que aquela "dino-ave" foi há 150 milhões de anos, segundo os cientistas.


A análise foi feita no Stanford Synchrotron Radiation Lightsource, na Califórnia (EUA), cujo sistema de raio X muito "luminoso" revelou o mapa químico do fóssil.


"Até agora falávamos de um laço físico entre aves e dinossauros, agora encontrámos um laço químicos entre eles", conclui o coordenador da investigação.


A meio caminho entre ave e dinossauro, o Archaeopteryx, era uma vertebrado com a dimensão de um corvo que viveu no final do Jurássico e que é considerado a ave mais antiga, já de que é a mais antiga da qual há registos fósseis. Tinha dentes de dinossauro e uma longa cauda de ossos, mas tinha também elementos de ave, como as asas com penas, que lhe permitiam planar e voar entre as árvores. A primeira vez que se encontraram fósseis desta espécie já extinta foi há 150 anos, apenas um ano depois de Charles Darwin ter publicado o seu livro A Origem das Espécies e constituiu na altura a melhor prova até aí existente da teoria da evolução. Desde então já se descobriram nove outros fósseis da mesma espécie.


Fonte:
  • DN Ciência

sábado, 8 de maio de 2010

Ossos de Prestosuchus serão espostos em um Museu de Ciências Naturais


Ossos de tecodonte irão para o Museu de Ciências Naturais da Ulbra, em Canoas


Representação artística de um Prestosuchus


Após 30 dias de trabalho, finalmente foi exposto um dos mais completos fósseis de tecodonte Prestosuchus já encontrados no Rio Grande do Sul. Ele está num sítio paleontológico em Dona Francisca, na região central do Estado, e foi encontrado pela equipe liderada pelos paleontólogos Sérgio Cabreira e Lúcio Roberto da Silva, da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra).

Segundo conta o professor Cabreira, na rocha em que os fósseis do réptil foram achados, pode-se ver a pata articulada com a perna, a perna com o fêmur, o crânio com a coluna cervical, entre outras articulações. Os tecodontes viveram no período Triássico, há aproximadamente 238 milhões de anos. À época, mediam sete metros de comprimento, 1m60cm de altura e pesavam quase uma tonelada. Eram grandes predadores de seu tempo, sendo ancestrais dos dinossauros e dos crocodilos.


Fonte:
  • Zero Hora

terça-feira, 4 de maio de 2010

Fóssil de pequeno saurópode na Transilvânia ajuda em pistas evolutivas

 Ilustração da possível aparência de um Magyarosaurus. Mihai

Em 1895, a irmã do paleontólogo Franz Nopcsa descobriu pequenos ossos de dinossauro na propriedade da família, na Transilvânia. Nopcsa interpretou o achado como vestígios de animais de tamanho reduzido, que teriam vivido numa ilha. No entanto, durante décadas, a descoberta de ossos de grandes dinossauros na mesma área convenceu cientistas de que Nopcsa estava errado, e de que os pequenos ossos pertenceriam a um filhote.


Agora, no entanto, um estudo publicado no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) indica que o paleontólogo do século retrasado estava certo. Uma equipe liderada por Koen Stein e Martin Sander, da Universidade de Bonn, cortou os ossos do pequeno fóssil para estudar sua microestrutura.

"Osso é um tecido vivo, e se dissipa e se reconstrói ao longo da vida do animal", explica Stein, em nota. "Fomos capazes de distinguir essas características de reconstrução no Magyarosaurus, o que prova que ele era adulto".


 
O Magyarosaurus tinha o tamanho aproximado de um cavalo, o que representa algo muito pequeno para um animal de sua classe, os chamados saurópodes. Espécies que precisam se adaptar a ambientes com recursos limitados, como ilhas, muitas vezes acabam tendo o tamanho reduzido. O fato já foi documentado em fósseis de elefantes e hipopótamos anões descobertos no Mediterrâneo, e essa foi a explicação sugerida por Nopcsa há mais de 100 anos.

 
"Nosso estudo mostra que dinossauros em ilhas estavam sujeitos aos mesmo processos ecológicos e evolucionários que moldam os mamíferos modernos", afirmou Martin Sander.


Fonte:
  • Estadão 

sábado, 1 de maio de 2010

Nova espécie de pterossauro é descoberta



Cientistas descobriram que um fóssil descoberto em 2006 próximo a uma estrada no Estado americano do Texas pertence a uma nova espécie de réptil voador, ou pterossauro, chamada de Aetodactylus halli. O nome é uma homenagem ao homem que achou o fóssil, Lance Hall, membro da Sociedade Paleontológica de Dallas e que procura fósseis por hobby. As informações são da Live Science.



De acordo com os cientistas da Universidade Southern Metodist, o animal encontrado tinha cerca de 2,7 m de envergadura e vivia há 95 milhões de anos na região que hoje é o norte do Texas.


Hall afirma à reportagem que acreditava que tinha encontrado uma concha de ostra quando explorava um pequeno vale. "Eu comecei a remover a terra e notei que era a mandíbula de alguma coisa, mas eu não tinha ideia do quê. Estava de cabeça para baixo e quando eu virei e na parte do focinho não tinha nada além de uma longa fila de buracos de dentes", disse Hall.


Mais tarde, cientistas lhe disseram que pertencia a um pterossauro, grupo de animais que dominou os céus por mais de 200 milhões de anos e foi extinto junto com os dinossauros, além de muitas plantas e outros animais.


A mandíbula encontrada tem cerca de 38 cm e restavam apenas dois dos 54 dentes, segundo o paleontólogo Timothy S. Myers, que identificou e nomeou o animal. Os cientistas acreditam que pelo espaçamento entre eles, os dentes superiores e inferiores se cruzavam quando o pterossauro fechava a boca.


Os pesquisadores afirmam que o mais surpreendente nesse animal é justamente o fato de ele ter dentes, já que seus parentes que viviam na América do Norte não costumavam ter dentes, com uma exceção, o Coloborhynchus.





Fonte:
  • Terra

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